
Jordana foi acusada de fraudar cotas
Globo/Manoella Mello
Jordana Morais, eliminada do "BBB 26", esclareceu inscrição por meio de cotas raciais em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. A advogada explicou que não entendia o assunto, mas que se entendia como parda.
"O negócio da cota era outra situação. Eu tinha 19 anos na época. Eu não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. De fato, nunca fui vista como uma mulher branca durante a minha infância, de verdade", afirmou, em entrevista ao Portal Leo Dias.
Ela confessa que errou, mas que na época não entendia a questão de cotas por completa. "Então, era uma coisa que eu não entendia dessa forma, hoje, eu entendo toda a seriedade do assunto, a responsabilidade e não faria novamente. Os erros estão aí, a gente entende e aprende”, disse.
Mesmo inscrita no concurso, Jordana não chegou a assumir o cargo público. "Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do concurso", disse a equipe da advogada.
Equipe se pronunciou na época
Na época da descoberta da inscrição de Jordana Morais dentro das cotas raciais, a equipe da sister afirmou que ela não cometeu nenhuma irregularidade. “O IBGE define como parda a pessoa que se identifica como de mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta ou indígena. É o caso da Jordana”, afirmou a nota.
“Dentro desse contexto, não há qualquer irregularidade na inscrição de um candidato pardo pela cota racial”, completa o comunicado.

