Cristiano Kellerman, homem preso por perseguir a atriz Ísis Valverde, já havia conseguido invadir o condomínio da atriz antes. O gaúcho, detido em flagrante, admitiu às autoridades que perseguia a artista há pelo menos 20 anos.
O stalker chegou a ir ao condomínio da atriz em janeiro e conseguiu entrar no local ao dizer que era primo dela. A entrada foi autorizada pela mãe de Ísis, enganada pelo stalker na portaria.
Cristiano, segundo a polícia, sabia quem eram os primos e familiares de Ísis Valverde porque contratou um investigador particular. Ele sabia de tudo, desde os nomes até os telefones.
Por causa dessa primeira invasão, Ísis e o marido, Marcos Buaiz, foram atrás da polícia. Em nota oficial enviada ao Melhor da Tarde, Isis Valverde confirmou o episódio e agradeceu a ação policial. "Agradeço o trabalho das autoridades pela rápida intervenção. Minha prioridade é a segurança da minha família e de todos ao meu redor", afirmou a atriz, que já possuía uma medida protetiva contra o agressor.
Stalking é crime
A prática de stalking é crime desde 2021, após a criação do artigo 147-A do Código Penal. A pena para a prática é de reclusão de seis meses a dois anos e multa e pode ter ela aumentada por razões da condição do sexo feminino, como prevê a Lei Maria da Penha.
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