
Taylor Swift deve movimentar US$ 6 bilhões no Reino Unido
REUTERS/Mario Anzuoni
A trajetória de Taylor Swift ganhou mais um capítulo histórico e sem precedentes na indústria do entretenimento. Aos 36 anos, a artista norte-americana foi apontada pela revista Forbes como a musicista feminina mais rica de todos os tempos. De acordo com os dados divulgados na edição de 2026 da lista Iconoclast 50, a fortuna estimada da cantora atingiu a impressionante marca de US$ 2 bilhões (o equivalente a mais de R$ 10 bilhões na cotação atual).
O salto patrimonial que colocou a estrela no topo do ranking financeiro global está diretamente ligado ao estrondoso fenômeno de bilheteria da The Eras Tour.
Realizada entre os anos de 2023 e 2024, a megaprodução percorreu arenas e estádios de diversos países ao longo de 16 meses, arrecadando aproximadamente US$ 2,2 bilhões (cerca de R$ 11,3 bilhões). O feito consolidou a série de shows de Taylor como a turnê mais lucrativa de toda a história da música.
Regravações de álbuns antigos foi mina de ouro para Taylor Swift
Além do sucesso estrondoso dos palcos, a Forbes destaca que o faturamento de Taylor Swift continua sendo impulsionado por sua alta produtividade em estúdio. Entre os projetos recentes que inflaram as contas da artista, destacam-se os álbuns The Tortured Poets Department e The Life of a Showgirl.
Outro fator crucial para a engrenagem bilionária da cantora foi a sua célebre e audaciosa estratégia de regravação dos seus primeiros discos de estúdio (as chamadas Taylor's Versions). A manobra, desenhada para que ela retomasse o controle total de suas masters de gravação, converteu-se em um dos movimentos de negócios mais bem-sucedidos do mercado fonográfico recente, gerando receitas astronômicas e contínuas com reproduções em plataformas de streaming, vendas físicas e licenciamento de direitos autorais.
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