
Abel Ferreira, técnico do Palmeiras
Cesar Greco/Palmeiras
Resumo
Empate em 1 a 1 entre Palmeiras e Cerro Porteño marcou o jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores, com Abel Ferreira elogiando a atuação da equipe e destacando diversas oportunidades de gol.
Entrevista coletiva de Abel Ferreira trouxe críticas à arbitragem de Gustavo Tejera, principalmente pela expulsão rigorosa de Andreas Pereira e pela permissividade com faltas do adversário.
Admissão de falha defensiva por Abel Ferreira ressaltou a importância do trabalho coletivo, reforçando que resultados, positivos ou negativos, são responsabilidade de todo o grupo palmeirense.
Abel Ferreira gostou do que viu no empate em 1 a 1 entre Palmeiras e Cerro Porteño pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Em entrevista coletiva após a partida, o treinador destacou as oportunidades no que chamou de “belíssimo jogo”.
“Na minha opinião, fizemos um belíssimo jogo. Vou falar de algumas oportunidades. Na primeira oportunidade, tiram em cima do gol. Na segunda, o [Vitor] Roque chuta no goleiro e, no rebote, o [Flaco] López manda para fora. Mesmo na primeira parte, tivemos o Allan dentro da área e o goleiro tirou a bola. Na segunda parte, vamos lembrar de um cruzamento do Allan e o [Jhon] Arias falhou, um remate do Arias na trave e vamos lembrar o gol que fizemos”, disse o treinador.
Em seu discurso, Abel seguiu com questionamentos aos critérios adotados pela arbitragem do uruguaio Gustavo Tejera. Em um dos lances polêmicos da partida, Andreas Pereira foi expulso pelo que o juiz considerou agressão.
“Tendo em conta o adversário e todos os agarrões que o árbitro permitiu, acho que a expulsão foi muito rigorosa, principalmente se comparamos com entrada que sofreu o Roque. O futebol é isso. Fizemos um jogo com volume, mas com pouca eficácia”, continuou.
Antes de encerrar a resposta, Abel admitiu a falha do sistema defensivo, mas reforçou o trabalho coletivo da equipe palmeirense.
“E, sim, no último lance do jogo, aparentemente em um lance controlado, em que os nossos zagueiros precisam seguir o movimento do centroavante. Nosso goleiro sabe o que precisa fazer. Mas o futebol quando ganhamos, ganhamos todos, e, quando perdemos, perdemos todos”, completou.
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