Allianz rescinde contrato de naming rights e deixa arena do Palmeiras
Seguradora e WTorre encerram ciclo de 13 anos em comum acordo; gigante digital surge como principal candidato para dar novo nome ao estádio

A Allianz anunciou oficialmente, nesta sexta-feira (10), o encerramento antecipado do contrato de naming rights do estádio do Palmeiras, após 13 anos de parceria com a WTorre. A decisão, tomada em comum acordo, marca o fim de um ciclo iniciado em 2014 que consolidou a arena como uma referência no mercado brasileiro.
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O movimento faz parte de um reposicionamento estratégico da seguradora, que planeja dobrar sua operação no país e triplicar o lucro até 2027. Em comunicado oficial, o CEO da Allianz Brasil, Eduard Folch, destacou a gratidão pela trajetória na casa alviverde:
Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, vivemos um período de crescimento acelerado e decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase.
Folch também reforçou que a nova fase terá foco em ações de proximidade com clientes e parceiros “de Norte a Sul”, agradecendo ao Palmeiras e aos torcedores pelos títulos conquistados sob a marca da seguradora.
Quem assume o lugar?
Com a saída da Allianz, os bastidores do mercado esportivo já apontam um sucessor de peso. O Nubank assumiu o lugar da seguradora e lançou uma enquete para dar o novo nome ao estádio.
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O banco digital já dá nome ao novo estádio do time Lionel Messi nos Estados Unidos, que se chama Nu Stadium.
A proposta em discussão seria de 10 milhões de dólares (aproximadamente R$ 51 milhões) por ano, com um contrato válido até 2044. O valor é significativamente superior ao acordo anterior, que rendia cerca de R$ 15 milhões anuais corrigidos pela inflação.
Embora o Palmeiras não participe diretamente da negociação dos contratos publicitários do estádio, o clube será beneficiado financeiramente. O Verdão tem direito a 15% do valor total dessa propriedade, o que deve gerar um aumento considerável nas receitas fixas do clube caso a negociação com o novo parceiro seja concretizada.
