
Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira
@rafaelribeirorio/CBF
Resumo
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, alcançou a classificação para a Copa do Mundo de 2026 e estabeleceu como meta pessoal aprender a cantar o hino nacional brasileiro.
Ancelotti expressou seu encanto pelo Brasil, destacando o amor e a paixão que envolvem o futebol nacional, bem como a emoção do hino nos estádios.
O treinador italiano, vivendo sua primeira experiência na América do Sul, destacou o acolhimento e a energia do público brasileiro, considerando dirigir a Seleção uma experiência cultural e humana profunda.
Carlo Ancelotti cumpriu seu principal objetivo desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira: garantir a classificação antecipada para a Copa do Mundo de 2026. Agora, o técnico italiano estabeleceu uma meta pessoal curiosa para o próximo ano — aprender a cantar o hino nacional brasileiro ao lado dos jogadores.
Em entrevista ao site oficial da Fifa, o treinador revelou o desejo de se conectar ainda mais com o grupo e com o país que o acolheu.
“O que quero é aprender. Tenho um ano pela frente para conseguir cantar junto com os jogadores. Eu gostaria muito”, disse Ancelotti.
Encantamento com o Brasil
Desde que chegou, Ancelotti tem demonstrado fascínio pelo ambiente e pela paixão que envolve o futebol brasileiro. Ele afirmou ter ficado impressionado com o amor da torcida pela Seleção e com a emoção que toma conta dos estádios durante o hino nacional.
“A paixão que existe no país é algo que eu já conhecia, mas é verdadeira, principalmente pela equipe nacional. Ouvir o hino é algo muito especial para qualquer jogador ou técnico”, declarou.
O comandante também destacou que “vestir a camisa da Seleção mais vitoriosa da história” é uma das maiores experiências de sua carreira e que viver no Rio de Janeiro tem sido “muito bonito”.
Memórias e conexão com o futebol brasileiro
Ancelotti guarda lembranças marcantes do Brasil desde jovem. Ele recordou a final da Copa de 1970, quando a seleção de Pelé venceu a Itália por 4 a 1, e a decisão de 1994, quando trabalhava como auxiliar de Arrigo Sacchi na derrota italiana para os brasileiros.
“Minha primeira memória do Brasil é de 1970. Lembro daquela partida com Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivellino. O Brasil tem uma grande história e esses jogadores ajudaram a construir o futebol mundial”, afirmou.
Relação de respeito e admiração
Vivendo sua primeira experiência profissional na América do Sul, o técnico de 65 anos destacou o acolhimento e a energia do público brasileiro. Segundo ele, dirigir a Seleção é mais do que um trabalho — é uma experiência cultural e humana.
“Quando o Brasil joga, o país para. Todos se concentram na partida. É um privilégio viver isso de perto”, declarou o treinador, que também agradeceu ao Real Madrid por ter permitido a oportunidade.
Com o Brasil já garantido na Copa de 2026, Ancelotti pretende usar o tempo até o Mundial para fortalecer a sintonia entre elenco, torcida e comissão técnic.
Próximos jogos da Seleção Brasileira
- Brasil x Senegal I 15/11
- Brasil x Tunísia I 18/11
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