Esporte na Band

Atleta do Sampaio que convulsionou permanecerá em observação na emergência

Clube emitiu boletim médico e informou que o volante Alexandre não apresentou lesões cardiológicas ou neurológicas, mas que aguarda realização de outros exames

da redação com estadão conteúdo
DA REDAÇÃO COM ESTADÃO CONTEÚDO

08/02/2026 • 01:35 • Atualizado em 08/02/2026 • 01:35

Alexandre, do Sampaio Corrêa, cai e convulsiona em lance contra o Flamengo

Alexandre, do Sampaio Corrêa, cai e convulsiona em lance contra o Flamengo

ALEXANDRE DURÃO/ZIMEL PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

O Sampaio Corrêa-RJ emitiu um boletim médico na madrugada deste domingo (8) para informas sobre a situação do volante Alexandre, que sofreu um quadro de convulsão na partida contra o Flamengo, em jogo válido pela sétima rodada da Taça Guanabara, no Maracanã.

Compartilhar

De acordo com o clube, Alexandre foi atendido no hospital Quinta D’or e passou por uma tomografia computadorizada e eletrocardiograma. Após a realização destes exames, não foi constatada nenhuma lesão cardiológica e nem neurológica.

No entando, o jogador permanecerá na emergência e será observado pelas próximas 24 horas. Neste período, deverá realizar uma ressonância magnética e exame de sangue.

"O clube acompanha o atleta e atualizará as condições clínicas assim que possível", informou o Sampaio.

Entenda o caso

A partida entre Flamengo e Sampaio Corrêa foi paralisada nos primeiros minutos de jogo após o volante Alexandre Souza, do time de Saquarema, sofrer uma convulsão.

O cronômetro marcava oito minutos de bola rolando quando o jogador de 24 anos desabou no meio de campo, situação que gerou apreensão nos atletas de ambos os times. Foi possível observar muitos jogadores orando.

Alexandre voltou a jogar uma partida profissional de futebol no início deste ano, após sofrer um acidente de moto em janeiro de 2024. Sua volta ao gramado foi no dia 15 de janeiro, em partida contra o Nova Iguaçu, pelo Campeonato Carioca.

No acidente sofrido no ano passado, o volante foi atingido por um carro e correu o risco de ficar tetraplégico. Teve, inclusive que usar colar cervical durante o processo de recuperação. Foi necessária uma espera de um ano para que ele pudesse voltar a jogar.