Rafaela Ferreira em sua etapa de estreia na F1 Academy, em Xangai, na China, conseguiu pontos preciosos e uma bela escalada de grid em ambas as corridas. Terminando o final de semana com um saldo positivo.
Porém, na segunda etapa da temporada, na Arábia Saudita, a brasileira teve dificuldades e terminou a corrida 1 da etapa de Jeddah, neste sábado (19), apenas na 13ª posição. Ferreira explicou que um dos maiores obstáculos foi a leitura visual da pista.
“Andar bem pertinho do muro. Eles miram no muro ou miram onde tem que passar?”, comentou com bom humor. “Como a gente tá a cento e poucos por hora fazendo curva, às vezes a gente mira num lugar e não é bem lá. Então a gente mira no muro, sabe?”, comentou.
Outro fator apontado por Rafaela como determinante para seu desempenho foi a dificuldade em manter o ritmo quando se aproximava de outras competidoras. Em uma pista de alta velocidade, o ar turbulento e o traçado estreito se tornaram barreiras para ultrapassagens.
“Acho que o que eu mais sofri nessa corrida foi quando eu chegava atrás de alguém. Eu perdi o pace e não consegui ultrapassar,” explicou. “Essa parte de estar andando atrás de alguém, nessas pistas de alta, é bem difícil", finalizou.
Rafaela Ferreira, de 19 anos, natural de Criciúma, Santa Catarina, iniciou sua carreira no kart, influenciada por seu pai, Daniel Ferreira.
Acelere na Fórmula 1!
As últimas notícias, análise e bastidores na sua caixa de email toda semana e de graça
Selecione os seus temas favoritos:

