FÓRMULA 1

F1: equipes adotam mini-asas em Mônaco com mudança no regulamento; entenda

Sem o Modo Reta presenta na sexta etapa da temporada de 2026, engenharia da Fórmula 1 surpreende mais uma vez nas ruas do Principado

Gabriel Alberto
GABRIEL ALBERTO

05/06/2026 • 11:04 • Atualizado em 05/06/2026 • 11:14

Red Bull tem "dupla mini-asa" para o Grande Prêmio de Mônaco

Red Bull tem "dupla mini-asa" para o Grande Prêmio de Mônaco

F1

Uma semana antes do Grande Prêmio de Mônaco, a Federação Internacional de Automobilismo anunciou que a etapa não teria uma das principais novidades da temporada de 2026: o Modo Reta. Segundo a FIA, o motivo era a preocupação com a segurança dos pilotos por conta da velocidade dos carros nas estreitas ruas do Principado.

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Até aí, tudo bem. Porém, com os carros na pista, o que chamou mais atenção nesta sexta-feira (05) com as sessões de treinos livres foram as mini-asas adotas por algumas equipes do grid.

Cada um tem o seu

A desativação do modo reta no Grande Prêmio de Mônaco abriu uma brecha no regulamento da Fórmula 1. Mercedes e Red Bull, por exemplo, aproveitaram a ausência do mecanismo de ativação da aerodinâmica ativa para instalar pequenas asas na traseira dos carros.

O livro de regras da Federação Internacional do Automóvel estipula limites rígidos para a altura e largura das asas traseiras. A única exceção se concentra na área central superior, espaço reservado para o atuado. Então, tudo liberado para a criatividade de cada equipe.

A Mercedes adotou a postura mais radical ao eliminar totalmente a carenagem do antigo atuador e introduzir um jogo complexo de miniasas que avança em direção à área posterior. A Red Bull preferiu uma abordagem conservadora e manteve a estrutura original do suporte como base de fixação para duas lâminas simples. McLaren e Alpine também desenvolveram componentes específicos para essa área central livre.