
F1: Mercedes impressiona na China e se torna a equipe a ser batida em 2026
F1
A sexta-feira do GP da China deixou uma impressão muito clara no paddock da Fórmula 1: a Mercedes pode ter o carro mais rápido do grid neste momento da temporada 2026. A pole position de George Russell para a Sprint em Xangai não foi apenas um bom resultado, foi mais um “amasso” em cima dos rivais.
Russell liderou todas as fases da classificação e ainda foi o dono do único treino livre do final de semana. Diga-se de passagem, a melhor volta do britânico ficou apenas 0s879 acima do recorde extraofical de Xangai, consquista por Oscar Piastri em 2025, com um tempo de 1:30.641.
As simulações de classificação indicam que a Mercedes possui aproximadamente meio segundo de vantagem em ritmo de volta rápida sobre o restante do pelotão.Na prática, significa que Russell e Kimi Antonelli podem disputar as primeiras posições sem precisar extrair voltas no limite absoluto.
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A análise de telemetria também aponta que o carro da Mercedes apresenta equilíbrio em todas as áreas do circuito de Xangai. A equipe lidera o desempenho em curvas lentas, médias e rápidas. O único ponto em que a a equipe alemã não aparece no topo é na velocidade de reta. Os dados indicam que a Racing Bulls consegue ser ligeiramente mais rápida.
Largadas ainda são ponto de atenção
Apesar do domínio em ritmo de classificação, a Mercedes ainda tem um ponto de interrogação: as largadas. A equipe enfrentou dificuldades nesse aspecto na abertura da temporada na Austrália e, onde a sua principal rival até aqui, a Ferrari, está no outro extremo.
A Ferrari chamou atenção no GP da Austrália pela eficiência nas largadas. Charles Leclerc e Lewis Hamilton protagonizaram saídas extremamente fortes e ganharam várias posições logo nos primeiros metros da corrida. O monegasco saltou da quarta posição para a liderança, enquanto o heptacampeão avançou do sétimo lugar no grid para a terceira colocação ainda na primeira volta.
Segundo informações que circulam no paddock da Fórmula 1, essa vantagem pode estar ligada ao novo regulamento de motores. A Ferrari estaria utilizando um turbocompressor menor em sua unidade de potência, o que permite que ele atinja pressão máxima mais rapidamente. Com o turbo “enchendo” mais rápido, o motor responde melhor nas acelerações iniciais, fator que pode explicar o desempenho superior da equipe italiana no momento da largada.
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