André Porta e o pai dele acompanharam juntos o Grande Prêmio do Brasil desde 1994. Após 30 anos, o pai morreu por causa de um câncer. Mas André foi para Interlagos neste ano e se emocionou ao falar com o Band.com.br.
"Vim aqui desde 94. Meu pai era um entusiasta da corrida e me tornei entusiasta também. E não parei mais. Meu pai se foi, mas vim sozinho. Meu pai foi meu amigo para a vida toda. Ele foi minha referência de vida, de homem e de ser humano. Ele me trouxe muitas coisas boas, entre elas a Fórmula 1. E mesmo não podendo estar junto comigo, está no meu coração para sempre", declarou André, emocionado.

André Porta ao lado do pai
Arquivo Pessoal
André também lembrou que viveu um momento especial no GP do Brasil no ano passado. Pouco antes de Gabriel Bortoleto ser anunciado como piloto da Sauber, eles se encontraram em Interlagos.
"No ano passado conheci Gabriel Bortoleto no paddock. Tive a oportunidade de estar no box no ano passado. Já existiam rumores e perguntei se ele ia para Fórmula 1, mas ele não respondeu. Hoje está aí fazendo o 5º tempo", afirmou André, em referência à posição do brasileiro no primeiro treino livre. No treino de classificação para a corrida sprint Bortoleto ficou em 14º lugar.
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