FÓRMULA 1

Q2 escapa, mas Gabriel Bortoleto ganha elogios da Sauber após 14º lugar no GP do Canadá

Sauber mantém competitividade, mas primeiro ponto do brasileiro ainda não veio

Da redação
DA REDAÇÃO

16/06/2025 • 10:42 • Atualizado em 16/06/2025 • 10:42

Resultado só não foi melhor que o 12º lugar do GP da Espanha

Resultado só não foi melhor que o 12º lugar do GP da Espanha

Stake F1 Team Kick Sauber

Aos poucos, a evolução vem vindo. Gabriel Bortoleto ainda não somou o primeiro ponto na Fórmula 1, mas terminou o Grande Prêmio do Canadá com um elogiado 14º lugar.

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O desempenho repete os resultados do brasileiro da Sauber nos GPs da China e de Mônaco, e só não é melhor que o 12º lugar do GP da Espanha. Desta forma, ocupa o 19º lugar do Mundial de pilotos, à frente dos também zerados Franco Colapinto e Jack Doohan.

O desempenho foi discreto nos treinos livres, mas Gabriel mostrou um ritmo competitivo na classificação. No Q1, marcou 1:12.385 e acabou eliminado na 16ª colocação, a menos de 0.01 de uma vaga – o francês Esteban Ocon, da Haas, foi o 15º com 1:12.378 e avançou.

No fim, Bortoleto conseguiu o 15º lugar no grid, já que Yuki Tsunoda foi punido. O japonês da Red Bull terminou o Q2 em 11º lugar, mas perdeu dez posições após uma infração no terceiro treino e largou em 18º, à frente apenas de Liam Lawson e Pierre Gasly, que largaram do pitlane.

A aposta para a corrida deste domingo (15) foi em uma estratégia de uma só parada. Bortoleto largou com um jogo novo de pneus duros (C4) e parou na volta 49 para colocar novos pneus médios (C5). Chegou em 14º lugar, enquanto Nico Hulkenberg – que largou de médios e colocou pneus duros na volta 19 – foi o oitavo, somando quatro pontos com a Sauber.

Confira os resultados de Gabriel Bortoleto no GP do Canadá:

  • Treino livre 1: 16º
  • Treino livre 2: 13º
  • Treino livre 3: 19º
  • Classificação: 16º
  • Corrida: 15º

“Gabriel teve uma corrida mais dura (do que Hulkenberg), vindo mais de trás, mas ainda conseguindo um stint sólido com os pneus duros, lutando em meio ao desgaste (dos pneus), ao tráfego e a uma corrida intensa para terminar em um respeitável 14º lugar”, elogiou Jonathan Wheatley, chefe de equipe da Sauber.

“Estrategicamente, nossas chamadas (para as trocas de pneus) foram corretas, o pessoal executou as manobras de maneira limpa e eficiente, e, o mais importante, mostramos mais uma vez que temos um carro capaz de lutar no pelotão intermediário”, completou.