FÓRMULA 1

GP da Itália tem fim do recorde histórico de Rubinho e até tempo extraoficial de Hamilton

Marca oficial de piloto brasileiro foi quebrada após 21 anos, junto com o tempo do heptacampeão no Autodromo Internazionale di Monza

Da redação
DA REDAÇÃO

08/09/2025 • 10:35 • Atualizado em 08/09/2025 • 10:35

GP da Itália 2025 foi marcado pela quebra de dois recordes no mesmo final de semana

GP da Itália 2025 foi marcado pela quebra de dois recordes no mesmo final de semana

Reuters

O GP da Itália ficou marcado pela incrível dominância de Max Verstappen, pela polêmica ordem de equipe da McLaren entre Lando Norris e Oscar Piastri, e pela quebra de dois recordes da Fórmula 1. Um deles, o oficial, perdurava por 21 anos e pertencia a Rubens Barrichello. O outro, o extraoficial, durou apenas cinco anos e Lewis Hamilton era o dono.

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Primeiro, o recorde extraoficial – obtido em sessão classificatória, não em corrida – estava nas mãos de Lewis Hamilton desde 2020. O heptacampeão cravou 1min18s887 no Q3 do GP da Itália de 2020, alcançando uma impressionante velocidade média de 264,362 km/h, a maior já registrada na história da categoria.

Porém, neste final de semana, Max Verstappen matou dois coelhos com uma volta só. Para conquistar a sua 45ª pole da carreira, o tetracampeão marcou 1:18.792, o que significa uma velocidade média de 264.681km/h. Quebrando assim, uma marca que estava com o heptacampeão desde 2020 e, que antes, pertencia a Juan Pablo Montoya.

Por fim, o recorde oficial da pista - obtido durante a corrida - era de Rubens Barrichello desde 2004. Quando ainda estava na Ferrari, o piloto brasileiro cravou 1min21s046. Marca que também foi quebrada neste final de semana, mas dessa vez, por Lando Norris. Na volta 53, com um jogo de pneus macios, o inglês cravou 1:20.901.

Agora, o recorde de volta rápida mais antigo da Fórmula 1 pertence a Michael Schumacher. Durante o GP da China de 2004, o “Barão Vermelho” marcou 1:32.238 no Circuito Internacional de Xangai. A marca completa 21 anos no dia 26 de setembro.