Os primeiros pontos na temporada 2025/2026 da Fórmula E ainda não vieram, mas Lucas di Grassi teve motivos para comemorar no E-Prix de Jedá deste final de semana.
O brasileiro foi o 16º colocado na primeira corrida e o 15º colocado na segunda prova, mas viu o carro evoluir e permitir ultrapassagens ao longo das disputas.
Na corrida do sábado (14), Di Grassi conseguiu nada menos que 11 ultrapassagens em quatro minutos, utilizando o Modo Ataque para sair da 15ª colocação (volta 10) e saltar para o quarto posto (volta 12). No fim, diante dos problemas de desenvolvimento da Lola, perdeu terreno para a concorrência e ficou fora da zona de pontuação.
“O carro melhorou de ritmo, mas ainda falta muito para estarmos no nível das equipes que frequentam a metade da frente do grid”, analisou Di Grassi.
“Estávamos rápidos na primeira metade da prova, mas fui obrigado a poupar energia nas 15 voltas finais e com o desgaste a performance do carro foi caindo. Também tive que enfrentar muitos pilotos que ainda tinham modo ataque no final da prova”, completou.
Um incidente no fim da prova ainda custou a Di Grassi mais algumas posições. O paulista vinha em 12º, mas tomou um toque e caiu para 15º. Assim, perdeu a chance de conquistar o melhor resultado do ano, superando o 13º lugar do E-Prix da Cidade do México. Melhor para Felipe Drugovich (Andretti), que herdou a 12ª posição.
“A batida na última chicane do traçado nos tirou o 12º lugar, que era significativo porque estávamos bem perto da zona de pontuação, que é o nosso objetivo para este ano: pontuar regularmente e tentar alguns pódios”, lamentou.

