Resumo
Alex Telles relembrou o pênalti decisivo da final da Libertadores de 2024 e afirmou que o lance representou o sonho coletivo dos torcedores do Botafogo. O lateral classificou o dia como o mais marcante de sua carreira.
Ele destacou a superação da equipe após a expulsão de Gregory com 30 segundos e disse que o primeiro gol mudou a postura do time na partida contra o Atlético-MG no Monumental de Núñez.
Telles também exaltou a presença massiva da torcida, afirmou que Buenos Aires “parecia o Nilton Santos” e ressaltou sua rápida identificação com o clube desde a chegada ao Botafogo.
No aniversário de um ano do título da Libertadores de 2024, Alex Telles relembrou a final histórica contra o Atlético-MG e descreveu a emoção do pênalti convertido no Monumental de Núñez. O lateral, autor do segundo gol da vitória por 3 a 1, afirmou que a cobrança representou o sonho coletivo do Botafogo e classificou a decisão como o momento mais especial da sua carreira.
O pênalti que mudou a história
Alex Telles destacou o 30 de novembro de 2024 como uma data inesquecível para o clube. Ele contou que tentou se afastar da pressão antes da batida que abriu caminho para a glória alvinegra. “Esse pênalti foi surreal pela importância que tinha. Eram sonhos de muitas famílias botafoguenses”, disse o lateral. Com o lance revisado no VAR, Telles afirmou que buscou foco total e deixou de lado o ambiente ao redor.
A escolha da batida, segundo ele, foi pura intuição. “Foi pela intuição. Joguei com corpo e alma.” O gol reforçou a sensação de pertencimento ao Botafogo. “Senti que entrei na história do clube e da Libertadores.”
A expulsão e a reação do Botafogo
O lateral também lembrou da expulsão de Gregory com apenas 30 segundos de partida, fator que poderia ter desestabilizado o time. “No início bate uma insegurança, mas o Arthur manteve tudo que trabalhamos”, disse. O Botafogo resistiu à pressão inicial, evitou sofrer gol e marcou logo em seguida, o que Telles considera decisivo.
“A partir do nosso primeiro gol, a chave virou. Mostramos que estávamos de corpo e alma naquela final.”
Monumental tomado pela torcida
Mais de 40 mil torcedores do Botafogo lotaram o Monumental de Núñez. Para Alex Telles, o ambiente criado pela torcida aproximou a equipe do clima do Nilton Santos. “Eu não tinha dúvidas de que a gente ia encher o Monumental. A energia vinha das ruas e dos dias anteriores. Parecia que estávamos em casa”, afirmou.
Confiança construída antes da final
Antes da decisão, o Botafogo venceu por 5 a 0 o Piauí na semifinal e derrotou o Palmeiras por 3 a 1 no Allianz Parque, retomando a liderança do Brasileirão faltando duas rodadas. “O 5 a 0 acendeu a sensação de que a Libertadores estava próxima. E a vitória no Allianz aumentou nossa confiança”, disse o lateral.
A campanha terminou com a conquista da Libertadores e do Campeonato Brasileiro, repetindo um feito alcançado apenas pelo Santos de Pelé e pelo Flamengo de 2019. “O povo brasileiro não tem noção do que esse elenco fez”, afirmou.
Identificação com o Botafogo
Com pouco mais de um ano de clube, Alex Telles disse ter criado uma conexão forte com a camisa alvinegra e destacou o peso de usar o número 13. “Me identifiquei muito com o clube. Ídolo é com a torcida, mas sei que meu nome é querido na história”, concluiu.

