Ser mãe e seguir no futebol, até pouco tempo, parecia um caminho impossível para muitas mulheres. Neste sábado, 9 de maio, o Band Esporte Clube apresentou histórias que mostram como esse cenário está mudando. Ainda existem obstáculos, mas também há coragem, afeto e transformação.
Jéssica de Lima, ex-jogadora e atual treinadora da Ferroviária, adiou o sonho da maternidade por medo de perder espaço no esporte. Hoje, com a filha Luíza, ela concilia os dois papéis. “Ser mãe e ser treinadora são dois lugares muito parecidos. A única diferença é que a Luíza vai ficar comigo para sempre”, contou.
A islandesa Sarah Bjork, que já atuou no Lyon e na Juventus, enfrentou dificuldades até receber os salários durante a gravidez. Foi a primeira atleta grávida do multicampeão francês e teve que recorrer à FIFA para garantir seus direitos. Desde então, a entidade passou a proteger mães biológicas, adotivas e também treinadoras.
A matéria também destacou histórias como a de Emily Lima, que comanda a seleção do Peru e vê na maternidade uma extensão da sua missão no esporte. E a de Jayce, campeã da Champions pelo Barcelona, que carrega no braço uma tatuagem com o rosto da mãe. “Minha mãe é tudo. Já que não posso estar perto dela, ela me acompanha no braço”, afirmou.
O especial celebra o Dia das Mães ao mostrar que o amor, o cuidado e a força que nascem da maternidade são também ferramentas poderosas dentro do futebol. Ser mãe e seguir jogando ou comandando um time já não é mais um sonho distante. É realidade para mulheres que seguem abrindo caminho para outras.
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