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Bernardo Ramos: Ataque móvel e volantes são destaques em goleada do Brasil

Estêvão, Rodrygo e Vini Jr. brilham em atuação convincente contra a Coreia do Sul

BERNARDO RAMOS

10/10/2025 • 10:58 • Atualizado em 10/10/2025 • 10:58

Sob comando de Ancelotti, Seleção mostra sintonia entre ataque e meio em goleada contra a Coreia do Sul

Sob comando de Ancelotti, Seleção mostra sintonia entre ataque e meio em goleada contra a Coreia do Sul

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Resumo

Brasil brilha em amistoso e vence a Coreia do Sul por 5 a 0 com destaques para Estêvão e Rodrygo, que marcaram dois gols cada, e Vini Jr., que também balançou as redes.

Desempenho dos volantes no jogo foi crucial, com Bruno Guimarães e Casemiro contribuindo com assistências e ajudando na recuperação de bola, refletindo a estratégia ofensiva e defensiva eficaz adotada pelo técnico Carlo Ancelotti.

Movimentação constante do quarteto ofensivo brasileiro, composto por Estêvão, Matheus Cunha, Vini Jr. e Rodrygo, proporcionou uma superioridade numérica contra a defesa sul-coreana, que contava com cinco jogadores.

Uma atuação de gala até debaixo d'água! Sob chuva, o Brasil derrotou a Coreia do Sul por 5 a 0 em um amistoso que aponta para um caminho, enfim, auspicioso. Estêvão (2), Rodrygo (2) e Vini. Jr. marcaram os gols do massacre.

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Os atacantes se destacaram com enorme movimentação. Até por isso, três dos quatro atletas deste setor foram às redes. Mas não ficou só nisso. Os volantes se destacaram demais, principalmente no primeiro tempo. Bruno Guimarães e Casemiro deram assistências na etapa inicial, o que não caracterizou uma obra do acaso. A Seleção é um time que "viaja junto" no campo.

Além da qualidade ofensiva, a dupla foi bem na destruição. Juntos, venceram nove duelos no cotejo. Aliás, essa foi uma característica da equipe de Carlo Ancelotti. Os comandados do italiano interceptaram e recuperaram mais a bola do que o adversário, mesmo tendo uma posse maior.

No ataque, a Seleção começou, da direita para a esquerda, com Estêvão, Matheus Cunha, Vini. Jr. e Rodrygo em um ponto de partida. Só que a movimentação do quarteto era constante, estabelecendo vantagem qualitativa diante de uma defesa que tinha cinco jogadores e, por consequência, superioridade numérica.

É uma pena que a CBF tenha desperdiçado tempo precioso com os trabalhos ruins de Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior no ciclo. Apesar da troca por Ancelotti, pode ser tarde demais. Aguardemos 2026!

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