
Haaland decide mais uma vez e coloca a Noruega na Copa
Foto: Claudia Greco/Reuters
Resumo
Classificação histórica da Noruega para a Copa do Mundo após 28 anos foi conquistada com vitória expressiva por 4 a 1 sobre a Itália em Milão, com destaque absoluto para Haaland, que marcou dois gols e alcançou 16 gols em oito jogos nas Eliminatórias.
Desempenho excepcional de Haaland, centroavante do Manchester City, impulsionou a equipe comandada por Stale Solbakken, que conta ainda com jogadores talentosos como Sorloth, Nusa, Odegaard e Aursnes, mas sem outras grandes estrelas internacionais.
Crise persistente da Itália ficou evidente com nova ida à repescagem pela terceira vez seguida, ausência em mata-matas desde 2006 e críticas à gestão do presidente Gabriele Gravina, cuja escolha por Gattuso para substituir Spalletti reforça o cenário institucional conturbado.
Espetacular! Com Haaland decisivo, a Noruega voltará a disputar uma Copa do Mundo depois de 28 anos. Neste domingo, a seleção nórdica humilhou a Itália em pleno San Siro ao golear a adversária, de virada, por 4 a 1. Autor de dois tentos no duelo, o centroavante atingiu uma estatística impressionante.
Ele marcou 16 gols em oito partidas nas Eliminatórias. Isso dá uma média de dois gols por jogo!
A análise do time de Stale Solbakken passa necessariamente pelo astro do Manchester City. Se ele estiver bem no ano que vem na América do Norte, os escandinavos podem ir longe.
Diferentemente da Bélgica de 2018, que reunia uma série de astros, a ponto de ser apelidada de "Geração de Ouro", a Noruega não tem grandes estrelas. Além do "Cometa", podemos destacar Sorloth, atacante do Atlético de Madrid, Nusa, ponta-esquerda do Red Bull Leipzig, além dos meias Odegaard (Arsenal) e Aursnes (Benfica). Talentosos, sem dúvida.
Só que Haaland é o fora de série! Na temporada 2025/26, foi às redes 19 vezes em 15 partidas. Ninguém segura!
Contra a Azzurra, levou o terror a uma defesa com três zagueiros. Certamente, Di Lorenzo, Mancini e Bastoni não dormiram bem.
Aliás, sobre a Itália. Pela terceira vez consecutiva, vai para a repescagem. A tetracampeã mundial ficou fora das Copas de 2018 e 2022 ao cair, respectivamente, para Suécia e Macedônia do Norte. A crise é antiga. Desde 2006, quando ganhou o Mundial, a seleção do País da Bota não disputa um mata-mata.
O presidente da FIGC (Federazione Italiana Giuoco Calcio,a CBF deles), Gabriele Gravina, está no terceiro mandato à frente da entidade. Ou seja, mostra-se bem mais preocupado em se perpetuar no poder do que tentar encontrar uma solução para a crise institucional.
A escolha de Gennaro Gattuso para suceder Luciano Spalletti no comando técnico é só mais uma prova de que o cartola não entende nada de futebol. Desta forma, a ausência em mais uma Copa do Mundo é iminente.
Uma pena!
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