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Bernardo Ramos: Quatro atacantes? Veja como a Seleção vai pegar o Chile

Com Raphinha centralizado, Seleção Brasileira já classificada encara o eliminado Chile em noite de testes no Maracanã

DA REDAÇÃO
DA REDAÇÃO

04/09/2025 • 10:02 • Atualizado em 04/09/2025 • 10:02

Contra o Chile, Ancelotti deve escalar Raphinha centralizado para dar equilíbrio ao ataque brasileiro

Contra o Chile, Ancelotti deve escalar Raphinha centralizado para dar equilíbrio ao ataque brasileiro

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Resumo

Jogo: O Brasil enfrenta o Chile pelas Eliminatórias Sul-Americanas no Maracanã, com a partida considerada um amistoso devido à situação de ambos os times na competição.

Escalação: O técnico Carlo Ancelotti planeja usar uma formação ofensiva com quatro atacantes, incluindo Raphinha, Gabriel Martinelli, Estêvão e João Pedro, apesar da ausência de Vini Jr., suspenso.

Estratégia: Ancelotti propõe uma disposição tática de 4-2-3-1 para a seleção brasileira, com foco em atacantes móveis e volantes como Casemiro e Bruno Guimarães, visando dominar o adversário chileno dirigido pelo interino Nicolas Córdova.

O Brasil enfrenta o Chile nesta quinta-feira (4), às 21h30, no Maracanã, pelas Eliminatórias Sul-Americanas. O jogo é praticamente um amistoso, uma vez que os Canarinhos já estão classificados para a Copa de 2026, enquanto La Roja não possui mais chances de disputar o torneio.

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Em um discurso de certa forma populista, o técnico Carlo Ancelotti afirmou na coletiva desta quarta-feira que a equipe entrará em campo com quatro atacantes. É isso mesmo? Façamos um exercício para imaginar a disposição tática do quarteto no gramado.

Comecemos por Raphinha. O atleta atua como um ponta-esquerda no Barcelona, fato. Só que, no início da temporada 2024/25, ele jogou como um autêntico meio-campista centralizado, atrás do artilheiro polonês Lewandowski. Após a chegada de Dani Olmo ao time culé, o brasileiro voltou ao extremo canhoto do campo. Logo, o vejo mais como terceiro homem da meia cancha nesta noite.

Tudo porque a ponta-esquerda terá um dono. Trata-se Vini. Jr., eleito o melhor do mundo pela FIFA em 2024, ainda sob a batuta de Ancelotti no Real Madrid. Como desfalca a equipe da casa hoje por suspensão, a vaga será de Gabriel Martinelli, do Arsenal.

Do outro lado, o ex-palmeirense Estêvão é o eleito. Com três partidas pelo Chelsea na Premier League, o promissor atleta chegou a ser eleito o melhor em campo na goleada por 5 a 1, de virada, sobre o West Ham, na segunda rodada da Premier League.

A camisa 9 fica com João Pedro, também dos Blues do sudoeste de Londres. Aí está o pulo do gato do treinador italiano.

Com dois gols marcados em três jogos na temporada inglesa, ele pode emular o papel de Benzema no Real Madrid campeão europeu em 2021/22, já que é um atacante de bastante mobilidade, como o francês.

Neste caso, Martinelli e Estêvão sairiam das pontas em diagonal para serem municiados por Raphinha e o próprio João Pedro, como faziam Vini e Rodrygo nos merengues.

Logo, imagino a Seleção em um 4-2-3-1 nesta noite, com Casemiro, do Manchester United, e Bruno Guimarães, do Newcastle, como volantes.

Diante do horroroso Chile, que será dirigido pelo interino Nicolas Córdova, dar show é obrigação.

O Maraca é nosso?

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