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Bernardo Ramos: falhas e pênalti "mandrake" marcam tropeço do Brasil

Seleção Brasileira teve dificuldades para abrir espaço e errou nas poucas chances de vencer

BERNARDO RAMOS

18/11/2025 • 20:59 • Atualizado em 18/11/2025 • 20:59

Seleção Brasileira

Seleção Brasileira

rafaelribeirorio / CBF

No último jogo em 2025, o Brasil ficou no 1 a 1 com a Tunísia, em Lille, na França. O resultado foi marcado por erros individuais dos comandados de Carlo Ancelotti e também por uma falha de Jérome Brisard, árbitro do jogo, que deu um pênalti inexistente à Seleção quando a equipe perdia por 1 a 0.

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O primeiro tropeço determinante no jogo foi do lateral-direito Wesley, ex-Flamengo e hoje na Roma. Ele perdeu a bola que resultou no gol da equipe africana, marcado por Mastouri, aos 23 da etapa inicial.

Embora tenham finalizado 22 vezes contra a meta adversária, os Canarinhos não tiveram grandes chances. Com penalidade mal marcada, Estêvão, aos 44, marcou o quinto dele em oito partidas na Era Ancelotti.

No segundo tempo, o técnico italiano fez alguns testes, como a troca de Wesley por Danilo, um lateral com perfil menos ofensivo. Vitor Roque entrou na vaga de Matheus Cunha, que atuou como uma espécie de ponta de lança.

Contra uma defesa postada em 5-3-2, o Brasil teve dificuldades para abrir espaços. Numa dessas raras oportunidades, o atacante do Palmeiras sofreu um pênalti. Só que Paquetá, que havia substituído Bruno Guimarães, hesitou e bateu na lua.

Foi um importante teste, afinal os tunisianos não sofreram um gol sequer nas Eliminatórias para a Copa do Mundo. No entanto, ficou claro, mais uma vez, que chances não podem ser desperdiçadas quando surgirem. Fica o ensinamento para o ano que vem.