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Quem é Pierre-Hugues Herbert, próximo adversário de João Fonseca em Roland Garros

Francês é estrela nas duplas, onde venceu cinco grand slams e foi o segundo melhor do mundo; duelo está previsto para a próxima quinta-feira

Da redação
DA REDAÇÃO

27/05/2025 • 17:23 • Atualizado em 27/05/2025 • 17:23

O francês Pierre-Hugues Herbert, adversário de João Fonseca em Roland Garros

O francês Pierre-Hugues Herbert, adversário de João Fonseca em Roland Garros

Reprodução/Instagram/@rafanadalacademy

O brasileiro João Fonseca estreou em Roland Garros em grande estilo. Nesta terça-feira, o carioca de 18 anos atropelou o polonês Hubert Hurkacz por 3 a 0 em menos de duas horas, com parciais de 6/2, 6/4 e 6/2. Na próxima fase, Fonseca encara o francês Pierre-Hugues Herbert, número 147 no ranking da ATP. A partida está prevista para a próxima quinta-feira (29), ainda sem horário marcado.

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Herbert tem 34 anos e disputa Roland Garros desta temporada graças a um wild card – um convite especial concedido por organizadores dos torneios a atletas que normalmente não se classificariam. O francês chegou a ser o número 36 do mundo em 2019. Tem cinco finais de torneios nível 250 da ATP, saindo derrotado em todas. Na primeira rodada, também nesta terça, precisou batalhar para passar pelo compatriota Benjamin Bonzi por 3 a 2 de virada, parciais de 7/5, 3/6, 4/6, 7/5 e 6/2 em três horas e meia. Na edição anterior do torneio, em 2024, ele enfrentou Novak Djokovic e foi eliminado já na primeira rodada.

Mas se sua carreira nos torneios de simples é tímida, a nas duplas é completamente inversa. Nela, o jogador soma 24 conquistas, sendo cinco em grands slams – US Open de 2015, Wimbledon em 2016, Australian Open em 2019 e Roland Garros em 2018 e 2021 –, chegando a ser o segundo melhor do mundo na modalidade.

Herbert, que é destro, treinado pelo pai e tem como principal característica o jogo perto da rede – característica inerente a jogador duplista – ficou famoso em 2021 por ter ficado de fora do Australian Open daquele ano por não se vacinar contra a Covid-19. Segundo ele, não ser imunizado era uma “escolha pessoal”.