
Jogadores brasileiros protestam contra gramado sintético
Fabio Menotti/Palmeiras
O debate sobre gramados natural e sintético atingiu o ápice nesta terça-feira, quando alguns jogadores relevantes do futebol brasileiro (Dudu, Gabigol, Gerson, Arrascaeta, Lucas Moura, dentre outros) se manifestaram contra o piso artificial.
Sem um estudo publicado pela CBF, torna-se mandatório que a Fifa vistorie todos os campos que sediam partidas da Série A. Pelo menos isso.
Se o sintético é uma ameaça à integridade física, como alegam os atletas signatários do manifesto publicado no início da semana, é preciso questionar também a qualidade de todos os gramados no Brasil.
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Nesta terça à noite, o Atlético-MG venceu o Tocantinópolis por 2 a 0 em um piso impraticável. O atacante Rony, autor do segundo gol do Galo, foi um dos que se posicionaram publicamente sobre as condições do relvado.
O gramado sintético do Allianz Parque, estádio do Palmeiras, será aferido pela Fifa no dia 18 de março. Os comissários da entidade que dá as cartas no futebol mundial deveriam aproveitar a viagem para uma avaliação dos pisos naturais de alguns estádios que costumam apresentar problemas durante o Campeonato Brasileiro da Série A. Maracanã e Castelão, que sediam partidas de mais de uma equipe na competição, apresentam condições preocupantes ao longo do ano.
É óbvio que os jogadores devem ser ouvidos. O posicionamento deles é alarmante. Sintético ou natural, os gramados brasileiros pedem socorro. Pelo bem do esporte, avaliação criteriosa já!
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