Aos 18 anos, Gabriela Barbosa se tornou a primeira brasileira a apresentar um movimento inédito nas barras assimétricas. Na última quinta-feira (9), a ginasta executou uma saída durante a classificatória da etapa da Copa do Mundo de Ginástica em Osijek, na Croácia, que será homologada na World Gymnastics como “Barbosa C”.
O Barbosa
Em Osiejek, a ginasta apresentou uma saída das barras assimétrica em mortal carpado com meia volta, partindo do giro stalder. A novidade no movimento foi o giro, já que o mortal carpado com meia volta já faz parte do repertório da modalidade. O movimento, nunca antes executado, agora passará a ser chamado “Barbosa”, com valor de dificuldade C (0,3 pontos).
Mesmo com a criação do novo elemento, a ginasta acabou cometendo alguns erros na execução da série das barras, e acabou obtendo nota inferior às 8 atletas classificadas para a final da Copa do Mundo. Gabi conquistou 12,233 pontos (5,0 de dificuldade) com a série.
Brasil, país da ginástica
Com o novo “Barbosa”, o Brasil passa a ter oito ginastas com elementos batizados na federação internacional de ginástica. Entre as ginastas mulheres, Daiane dos Santos (solo), Júlia Soares (trave), Lorrane Oliveira (solo) e Haine Araújo (trave) têm elementos homologados.
E os homens que dão nomes aos elementos são: Arthur Zanetti (argolas), Diego Hypolito (solo) e Sérgio Sasaki (barras paralelas).
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