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Brasileirão de 2026 deve ter ao menos 30 árbitros profissionais

CBF anunciou um proposta que dará salário fixo, contratos anuais, rotina de treinos e mais benefícios para os juízes

Da redação
DA REDAÇÃO

01/12/2025 • 20:00 • Atualizado em 01/12/2025 • 20:09

Rodrigo Cintra apresentou projeto de profissionalização dos árbitros

Rodrigo Cintra apresentou projeto de profissionalização dos árbitros

Rafael Ribeiro/CBF

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou detalhes do projeto de profissionalizar a arbitragem. O objetivo é ter pelo menos 30 juízes profissionais em 2026, com crescimento gradual desse número. E assim fornecer salário fixo e diversos benefícios para os árbitros.

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A proposta foi apresentada por Rodrigo Cintra, chefe da Comissão Nacional de Arbitragem, no 1º Encontro de Executivos do Futebol, realizado nesta segunda-feira, na sede da entidade, no Rio de Janeiro. A CBF também revelou que o número pode aumentar e chegar a 60 até 2027, incluindo a Série B.

Depois de episódios polêmicos envolvendo a atuação de juízes na Série A deste ano, a profissionalização da arbitragem ganhou força no segundo semestre. Em outubro, um Grupo de Trabalho foi criado para discussão de melhorias e há previsão da entrega de um relatório de atividades até janeiro do ano que vem.

O programa específico para a arbitragem brasileira é baseado em modelos já existentes, como da Inglaterra, Itália, Espanha e MLS, a liga dos Estados Unidos.

Além de um salário fixo, a proposta, que deve contar com contratos anuais e rotina semanal de treinos, estuda a possibilidade de pagamento de bônus por partida. A CBF ainda pretende oferecer acompanhamento psicológico, de nutrição e de preparação física para os árbitros, e capacitação dos demais árbitros para padronização e possibilidade de ascensão.

Apesar da divulgação de vários pontos do programa, ainda não foi apresentada a previsão de salários que serão pagos nos contratos.

Com Estadão Conteúdo

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