Resumo
Renúncia de Júlio Casares à presidência do São Paulo ocorreu antes do julgamento na Assembleia Geral de Sócios, permitindo que ele evitasse sanções como inelegibilidade por 10 anos e perda do cargo de conselheiro vitalício, mantendo sua posição no Conselho Deliberativo.
Investigação civil e criminal contra Casares permanece ativa, incluindo apurações por gestão temerária conduzidas pela Polícia Civil e Ministério Público, sem proteção pela renúncia em relação a esses processos.
Sucessão da presidência do São Paulo ficou sob comando de Harry Massis Júnior, que exercerá o cargo até o final do mandato vigente, com término previsto para dezembro de 2026.
Júlio Casares renunciou à presidência do São Paulo, nesta quarta-feira (21). Ele ainda podia ser julgado na Assembleia Geral de Sócios, mas preferiu pedir para sair. Com essa decisão, ele se livra de duas sanções importantes.
Inelegibilidade: se sofresse o impeachment, com o processo feito até o final, Casares ficaria inelegível por 10 anos. Agora, em tese, ele pode até se candidatar na próxima eleição presidencial.
Perda de cargo do Conselheiro Vitalício: Casares poderia perder direitos como associado do clube. Com a renúncia, segue com cadeira no Conselho Deliberativo.

Julio Casares, presidente do São Paulo. Foto: Divulgação/saopaulofc.net
Processos fora do São Paulo
A renúncia não protege Casares das investigações na esfera civil e criminal. Ele tinha sido afastado por gestão temerária e outras investigações da Polícia Civil e do Ministério Público.
Em relação ao cargo de presidente, quem fica no comando do São Paulo até o final do ano é Harry Massis Júnior, com mandato até dezembro de 2026.
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