
Corinthians celebra título da Copa do Brasil
REUTERS/Pilar Olivares
Resumo
A premiação de R$ 97,8 milhões obtida pelo Corinthians na Copa do Brasil será utilizada para quitar bônus atrasados do elenco e o prêmio pelo título, segundo o presidente Osmar Stabile.
Stabile afirmou que o clube quitará a dívida de R$ 33 milhões com o Santos Laguna até 10 de janeiro, resolvendo o transfer ban da Fifa e mantendo salários, imagens e 13º em dia.
O déficit de R$ 204,2 milhões registrado até outubro exige cautela, e o plano para 2026 prevê superávit de R$ 12 milhões, com corte de R$ 90 milhões nas despesas do futebol e meta de R$ 151 milhões em vendas de jogadores, incluindo Breno Bidon e Yuri Alberto.
A premiação de R$ 97,8 milhões conquistada pelo Corinthians na Copa do Brasil será fundamental para o processo de reestruturação do clube. Segundo o presidente Osmar Stabile, parte desse montante quitará bônus atrasados do elenco referentes às fases anteriores da competição, além do prêmio pelo título.
Stabile também assegurou que o clube resolverá o transfer ban da Fifa — causado por uma dívida de R$ 33 milhões com o Santos Laguna pela contratação do zagueiro Félix Torres — até o dia 10 de janeiro, permitindo novas contratações. O dirigente projeta encerrar o ano com salários, imagens e 13º em dia, algo raro no histórico recente do clube.
Apesar do otimismo, o cenário financeiro exige cautela: o clube registrou déficit de R$ 204,2 milhões até outubro. Para 2026, o plano aprovado pelo Conselho Deliberativo prevê um superávit de R$ 12 milhões, sustentado por um corte rigoroso de R$ 90 milhões nas despesas do futebol e uma meta de R$ 151 milhões em vendas de jogadores, com nomes como Breno Bidon e Yuri Alberto no radar europeu.
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