
Osmar Stabile, presidente interino do Corinthians, com Fabinho Soldado
Rodrigo Coca / Agência Corinthiians
A dívida total do Corinthians continua em patamar crescente e atingiu um novo valor recorde. O saldo negativo inédito agora é de R$ 2,7 bilhões. A informação foi divulgada no balancete de julho do clube nesta sexta-feira (10). Ainda segundo o documento financeiro, o Alvinegro acumula um déficit de R$ 103 milhões neste ano.
Dívida da Neo Química Arena
Em relação à Neo Química Arena, em Itaquera, o valor devido à Caixa Econômica Federal apresentou uma pequena queda. A pendência, que estava em R$ 675,2 milhões ao final do primeiro semestre de 2025, agora foi reduzida para R$ 655,3 milhões. A "vaquinha" organizada pela Gaviões da Fiel, desde novembro de 2024, foi fundamental para atingir a marca.
Excluindo-se a dívida específica da Arena, o endividamento do Corinthians se aproxima de R$ 2 bilhões. Esse montante corresponde a empréstimos, salários e encargos trabalhistas.
Revisão do orçamento
O Conselho Deliberativo do Corinthians já tinha aprovado por unanimidade, nessa segunda-feira (6), a revisão de previsão orçamentária da temporada de 2025.
A mudança reformulou os cálculos de maneira impactante. Agora, o clube projeta um déficit de R$ 83 milhões em vez do superávit de R$ 34 milhões estipulado no fim do ano passado.
Busca por mais receitas
Como medida para amenizar os problemas financeiros, o presidente Osmar Stábile tenta negociar um novo acordo de naming rights do estádio do Corinthians por um valor três vezes maior. O contrato atual, que vale até 2040, prevê um aporte total de R$ 300 milhões.
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