Crise financeira no Guarani ameaça permanência de Kewen e João Paulo
Com pagamentos atraasados, Guarani enfrenta sondagens de outros clubes e tenta segurar dupla para a temporada

Redes Sociais / Raphael Silvestre
Além do acúmulo de processos trabalhistas na Justiça, o Guarani convive com atrasos salariais e de direitos de imagem que variam entre três e quatro meses, além de pendências relativas ao recolhimento do FGTS. Esse cenário de instabilidade tem colocado em risco a permanência de peças importantes do plantel, como o atacante Kewen e o meia João Paulo.
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Kewen, que tem contrato com o Alviverde até o fim de 2027 e é visto pela diretoria como um ativo estratégico após encerrar a temporada com 12 partidas e um gol pelo profissional, despertou o interesse do Tombense (MG). O atacante avalia a proposta e pode seguir o caminho de outros atletas que acionaram a Justiça para buscar a liberação contratual, se tornando mais uma das saídas decorrentes da crise.
No caso de João Paulo, cuja renovação é tratada como prioridade, a situação financeira também emperra o acordo. O vínculo do meia encerrou-se em 30 de outubro e, para estendê-lo, a diretoria bugrina precisa quitar débitos acumulados e apresentar garantias de estabilidade.
O jogador, que disputou 16 partidas em 2026 com quatro gols e três assistências, atrai a concorrência de clubes que disputarão a Série B do Campeonato Brasileiro em 2027.
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Com um dos salários mais altos do elenco, o futuro do atleta depende de reuniões agendadas com os representantes e da cúpula alviverde. Nesse contexto, a possível aprovação do projeto de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) liderado pelo empresário Roberto Graziano é vista como um trunfo nos bastidores para viabilizar acordos e convencer os jogadores a permanecerem no Estádio Brinco de Ouro.
