Esporte na Band

Diretor do Flamengo impõe condição para vender jogadores; entenda

José Boto diz que clube só negocia atletas se houver reposição e confirma avanço por Thiago Almada

Da redação
DA REDAÇÃO

30/07/2026 • 06:30 • Atualizado em 30/07/2026 • 06:30

José Boto, diretor de futebol do Flamengo, durante entrevista coletiva

José Boto, diretor de futebol do Flamengo, durante entrevista coletiva

Gilvan de Souza/Flamengo

O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, afirmou que o clube só venderá jogadores caso seja possível encontrar uma reposição. De acordo com o dirigente, a prioridade é manter a competitividade do elenco durante a janela de transferências.

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Antes do empate contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro, Boto comentou o interesse de clubes do exterior em atletas do Flamengo e explicou a posição da diretoria sobre possíveis saídas.

"Tudo é vendável, mas depende do preço e da reposição. Se é possível repor. Se não é possível, não vendemos. Não vamos vender para ficar mais fracos, não necessitamos disso", afirmou.

Recentemente, o Flamengo recusou uma proposta do Besiktas pelo zagueiro Léo Pereira. O clube também acompanha o interesse de equipes estrangeiras em outros jogadores do elenco.

Negociações caminham por Thiago Almada

José Boto também falou sobre a tentativa de contratar Thiago Almada, considerado o principal alvo do Flamengo nesta janela de transferências.

O dirigente afirmou que as negociações seguem em andamento e reconheceu que a operação é considerada complexa. Segundo ele, o clube trabalha para chegar às melhores condições antes de concluir a contratação.

"É um jogador que nos interessa e estamos trabalhando. Não é uma contratação fácil por vários motivos, mas estamos trabalhando e estou confiante que vamos conseguir", disse.

O Flamengo já recebeu uma sinalização positiva do jogador e mantém conversas com Thiago Almada e com o Atlético de Madrid. De acordo com Boto, o tempo necessário para concluir a negociação é tratado com naturalidade em razão dos valores envolvidos.

"As pessoas pensam que é um trabalho fácil. A intenção nas negociações é que tenhamos as melhores condições possíveis. Muitas vezes, para ter essas condições, precisamos de tempo e paciência", concluiu o dirigente.