
Prancheta de futebol acompanha os treinaodres
Divulgação/canva.com
A Série A do Brasileirão está na reta final, e os times estão com suas metas encaminhadas. Da surpresa Mirassol aos endinheirados e postulantes aos títulos Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro, os treinadores exercem papel de destaque nas campanhas. O band.com.br te convida a votar em qual dos comandantes vive melhor fase no Dia do Professor.
Abel Ferreira (Palmeiras)
Ganhou quase tudo no Palmeiras desde quando chegou, em 2020, como ilustre desconhecido e com currículo de pouco peso. Deu muito certo, mas andou sendo questionado por parte da torcida, apesar das duas Libertadores, dois Brasileiros e uma Copa do Brasil, entre outros títulos. Atualmente, clube, torcida e técnico vivem a expectativa pela permanência ou não, em negociação que promete, de novo, muitas emoções e indiretas nas entrevistas coletivas. Nesta quarta-feira (15), ele comanda o time diante do Bragantino.
Filipe Luís (Flamengo)
Parte importante do time campeão da Libertadores e do Brasileiro de 2019 do Flamengo, Filipe Luís parou de jogar 2023 e foi para a base rubro-negra. No ano seguinte, já estava na equipe principal, inclusive comandando alguns ex-companheiros. Faturou uma Copa do Brasil e um Carioca, e se firmou de vez. É a grande promessa de jovens treinadores brasileiros. Nesta quarta (15), ele comanda o Flamengo no clássico contra o Botafogo.
Leonardo Jardim (Cruzeiro)
O português chegou ao Cruzeiro em fevereiro, pressionado pelo mau começo de temporada do time sob o comando de Fernando Diniz. De cara, não teve vida fácil: caiu nas semifinais do Campeonato Mineiro e foi eliminado na fase de grupos da Copa Sul-Americana. No entanto, conseguiu engrenar e levou a Raposa a brigar entre os líderes do Campeonato Brasileiro. O desafio desta quarta é um clássico diante do Atlético-MG.
Rafael Guanaes (Mirassol)
Depois de conquistar o acesso na Série B do Brasileiro sob o comando de Mozart, o Mirassol perdeu o técnico para o Coritiba e correu para anunciar um substituto: Eduardo Barroca. Só que a aposta não deu certo, e o treinador deixou o cargo já em fevereiro. Desta vez, o Leão da Araraquarense foi atrás de Rafael Guanaes, que vinha de trabalhos em Novorizontino, Operário Ferroviário e Atlético Goianiense. O resultado? Um time sólido, com protagonismo dos laterais Lucas Ramon e Reinaldo, e resultados que colocam o estreante entre os líderes do Brasileirão. O Mirassol joga como se fosse um veterano na Série A.
Rogério Ceni (Bahia)
Presença obrigatória no panteão de ídolos do São Paulo, Ceni não teve - ainda - uma passagem de brilho como técnico do Tricolor, mas se firmou no Nordeste do país. Primeiro no Fortaleza, como protagonista da reação do Laion até a parte de cima da tabela do Brasileirão e participações em competições internacionais. Depois, no Bahia. Com o dinheiro do Grupo City, montou um time competitivo que recolocou o Tricolor entre os grandes.
Luís Zubeldía (Fluminense)
Zuba despontou cedo como técnico, aos 27 anos, no Lanús - ostentando o título de treinador mais jovem da história da elite argentina. Peregrinou por vários clubes da América do Sul até atingir a glória na LDU de Quito, onde faturou a Sul-Americana de o Campeonato Equatoriano de 2023. Os feitos valeram uma chance no São Paulo, onde, apesar de alguns bons resultados, pediu demissão. Acabou marcado pelo folclore e o temperamento explosivo. No Flu, chegou vencendo o Botafogo e encerrando um longo jejum.
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