Esporte na Band

Estêvão explica por que não cobrou o pênalti perdido por Paquetá

Atacante revelou que recebeu a ordem em campo após Paquetá assumir a segunda cobrança

Da redação
DA REDAÇÃO

18/11/2025 • 18:58 • Atualizado em 18/11/2025 • 18:58

Estêvão comemora gol durante Brasil x Tunísia

Estêvão comemora gol durante Brasil x Tunísia

@rafaelribeirorio / CBF

Resumo

Estêvão explicou que não cobrou o segundo pênalti porque recebeu a ordem em campo para que Paquetá assumisse a cobrança. Ele disse que queria bater, mas respeitou a decisão.

O atacante avaliou 2025 como um ano especial, destacando sua evolução no Chelsea e o fato de ser artilheiro da era Ancelotti, com cinco gols pela Seleção.

No jogo, o Brasil empatou após o gol de Estêvão, criou chances para virar e perdeu um pênalti com Paquetá. O 1 a 1 fechou o último amistoso do ano.

Estêvão explicou por que não bateu o segundo pênalti da Seleção Brasileira no empate por 1 a 1 com a Tunísia, nesta terça-feira (18), no estádio Pierre-Mauroy, em Lille. Autor do gol do Brasil na primeira cobrança, o atacante afirmou, em entrevista à Globo no pós-jogo, que recebeu a ordem para que Lucas Paquetá assumisse a segunda penalidade.

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“Acho que foi a ordem ali, na hora. Apoiei meu companheiro ao máximo para ele fazer o gol. Infelizmente ele errou, mas sigo treinando para evoluir. Porque numa Copa do Mundo a gente tem que aproveitar essas oportunidades”, afirmou Estêvão.

O atacante destacou que estava confiante para cobrar novamente, mas respeitou a decisão tomada pela equipe naquele instante. “Eu estava com muita vontade de bater, mas veio a ordem. Confiei no meu companheiro. Não foi dessa vez, agora é trabalhar para buscar nosso objetivo”, disse. No último lance da partida, ele ainda acertou a trave em chute cruzado que quase garantiu a virada.

Balanço do ano

Artilheiro da era Carlo Ancelotti, com cinco gols em oito partidas, Estêvão avaliou seu ano de 2025 como um dos mais importantes da carreira. O jovem reconheceu os momentos de oscilação, mas celebrou a evolução que o levou a se firmar no Chelsea e na Seleção.

“É um ano muito especial para mim. Creio que foi um ano de muitos altos e baixos, mas pude lidar com tudo o que aconteceu. Estar aqui significa que o trabalho está sendo bem feito no clube e em casa. Fico muito feliz por representar a Seleção Brasileira. A gente vem sempre para ajudar”, declarou.

O jogo

O Brasil saiu atrás após Mastouri finalizar na saída de Bento, mas empatou com o pênalti convertido por Estêvão, que bateu firme no canto. A Seleção criou chances para virar, incluindo o pênalti desperdiçado por Paquetá, mas parou em Dahmen e na trave nos acréscimos. Com o resultado, Ancelotti fecha o ano com quatro vitórias, dois empates e duas derrotas.