Federer é eleito para o Hall da Fama Internacional do Tênis
Suíço entra na turma de 2026 em seu primeiro ano de elegibilidade

Roger Federer, um dos maiores nomes da história do esporte, foi confirmado nesta quarta-feira como novo integrante do Hall da Fama Internacional do Tênis. O suíço foi eleito já em seu primeiro ano de elegibilidade e fará parte da classe de 2026 da instituição sediada em Newport, Rhode Island.
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A escolha reconhece a carreira que redefiniu o tênis masculino durante duas décadas. Primeiro jogador a atingir 20 títulos de Grand Slam, Federer dominou o circuito entre meados dos anos 2000 e o início da década passada, protagonizando uma das eras mais marcantes do esporte ao lado de Rafael Nadal e Novak Djokovic. Ele foi o único nome da categoria jogadora a receber votos suficientes nesta edição.
Cerimônia marcada e outros eleitos
Além de Federer, a jornalista e ex-jogadora Mary Carillo foi escolhida na categoria colaboradora. A cerimônia de indução está prevista para agosto do ano que vem, reunindo novos homenageados e lendas do esporte em um dos eventos mais tradicionais do calendário do tênis.
“Sempre valorizei a história do tênis e o legado deixado por quem veio antes. Ser reconhecido desta maneira pelo esporte e pelos meus colegas é algo profundo para mim”, afirmou.
A carreira que o levou ao Hall da Fama
Foram 103 títulos em simples, 1.251 vitórias na carreira e 310 semanas como número 1 do mundo — incluindo um recorde de 237 semanas consecutivas. Ele também liderou a Suíça ao título da Copa Davis de 2014 e conquistou o ouro olímpico nas duplas em 2008 ao lado de Stan Wawrinka.
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No Grand Slam, seu domínio é ainda mais emblemático: oito títulos em Wimbledon, seis no Australian Open, cinco no US Open e um em Roland Garros. Sua primeira conquista veio em 2003, em Londres, e a última em 2018, em Melbourne. Em seu auge, disputou 10 finais consecutivas de Majors entre 2005 e 2007 e esteve presente em 18 das 19 decisões seguintes, além de somar séries históricas de 23 semifinais e 36 quartas seguidas.
Federer se despediu de Wimbledon em 2021, às vésperas de completar 40 anos, encerrando uma trajetória marcada por grandeza esportiva e respeito universal no circuito.
Com Agência Estado
