
Troféu da Copa do Mundo de 2026
Reuters/Vincent Carchietta
Resumo
Estudos internos da Fifa avaliam a possibilidade de ampliar o número de seleções na Copa do Mundo de 48 para 64 a partir de 2030, informação revelada por jornalista inglês com base em documento interno, e uma agência independente será contratada para analisar impactos estratégicos.
Documento da Fifa destaca como principal desafio os efeitos da mudança no formato do torneio, levando a entidade a buscar consultoria externa para mensurar consequências estruturais e estratégicas da ampliação.
Proposta de aumento tem apoio do presidente Gianni Infantino visando ampliar representatividade de continentes como Ásia, África e Oceania, mas enfrenta resistência devido ao risco de sobrecarga no calendário dos atletas, enquanto o número de participantes já passou de 32 para 48 na edição mais recente.
A Fifa deu início aos estudos internos para analisar a viabilidade de ampliar o número de participantes da Copa do Mundo de 48 para 64 seleções a partir da edição de 2030. A informação foi revelada pelo jornalista inglês Martyn Ziegler com base em um documento interno da entidade máxima do futebol mundial. Para tomar a decisão final, a organização planeja contratar uma agência independente que avalie os impactos estratégicos no ecossistema do esporte.
Desafios do novo formato
O principal obstáculo analisado nos estudos envolve os impactos no formato e na estrutura do torneio. O documento da entidade detalha a busca por consultoria externa para mensurar essas mudanças:
"A Fifa está considerando as implicações estratégicas de uma possível expansão da Copa do Mundo além do formato atual. Portanto, deseja nomear uma agência independente para determinar se e como a ampliação da Copa do Mundo de 48 para 64 seleções participantes, a partir da edição de 2030, impactaria a proposta do torneio e o ecossistema do futebol".
Apoio de Infantino e resistência do calendário
A proposta de aumento no número de vagas ganhou força recente no cenário internacional e reflete o objetivo do presidente da Fifa, Gianni Infantino, de ampliar a representatividade em continentes como Ásia, África e Oceania. Por outro lado, a medida enfrenta resistência devido a alegações de que a mudança aumentará a sobrecarga no calendário dos atletas.
A crescente expansão do Mundial
O movimento de ampliação do torneio tem sido contínuo na história recente da competição. Entre 1998 e 2022, o campeonato contou com 32 equipes. Na edição mais recente, vencida pela Espanha, o número de países participantes subiu para 48.
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