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Com um a menos, Flamengo segura empate sem gols com o Racing e vai à final da Libertadores

Vitória por 1x0 na última semana garantiu a presença dos cariocas pela quarta vez em 7 anos na final do torneio continental

Da redação
DA REDAÇÃO

30/10/2025 • 00:03 • Atualizado em 30/10/2025 • 00:09

Flamengo chega a mais uma final de Libertadores

Flamengo chega a mais uma final de Libertadores

REUTERS/Rodrigo Valle

O Flamengo é o primeiro finalista da edição de 2025 da Libertadores. O rubro-negro garantiu a classificação nesta quarta (29) ao segurar um empate sem gols contra o Racing, no El Cilindro, em Avellaneda, na Argentina. A vitória magra por 1x0 na última semana com gol de Carrascal foi o suficiente para levar o clube carioca à sua quarta final de Libertadores nos últimos sete anos.

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O rubro-negro espera o jogo de volta entre Palmeiras e LDU, nesta quinta-feira (30), para conhecer o adversário na decisão. As equipes duelam no Allianz Parque, com vantagem equatoriana, já que os palmeirenses perderam por 3 a 0 em Quito.

Será a quarta final de Libertadores do Flamengo nos últimos sete anos (venceu em 2019 e 2022 e foi vice em 2021). A grande final está programada para 29 de novembro, em Lima, no Monumental. Pelo Brasileirão, no qual é vice-líder, o Flamengo volta a campo no sábado (1º), contra o Sport, no Maracanã.

Após um atraso inicial e mais minutos sem bola rolar pelos fogos de artifício da torcida do Racing, a atmosfera do El Cilindro poderia hostilizar o Flamengo. Foram os brasileiros, porém, que mais demonstraram iniciativa.

Mesmo com uma pressão argentina e uma bela defesa de Rossi, Luiz Araújo, Carrascal e Arrascaeta foram mais acionados, incomodando a defesa do Racing, postada com uma linha de até seis jogadores em momentos de maior contenção. O goleiro Cambeses foi exigido e foi bem.

Com a bola, os mandantes tiveram dificuldade em criar. O cabeceio de Conechny, salvo por Rossi, foi o mais perto de um gol na primeira etapa. Almendra ainda perdeu uma chance menos clara em contra-ataque, chutando por cima da meta.

A insistência dos argentinos em levantamentos na área se mostrou ineficaz, mas foi mantida. Em um dos lances, uma bola no ombro de Varella foi reivindicada como pênalti, acertadamente não marcado pelo chileno Piero Maza.

Na volta do intervalo, não foram apenas as escalações que continuaram iguais. O Racing manteve a estratégia de levantar a bola na área flamenguista.

Um jogo que estava mais morno aqueceu com a expulsão de Plata. Caído após dividida, o flamenguista seria erguido por Marcos Rojo e reagiu com um tapa no argentino. Piero Maza ouviu o VAR, sem rever a imagem, para revisar o cartão vermelho. Filipe Luís foi obrigado a recuar a equipe.

Na pressão do Racing, Rojo, envolvido na expulsão de Plata, levou vermelho após dividia com Léo Ortiz. Os flamenguistas cobravam por uma cotovelada, mas Piero Maza revisou o lance no VAR e retirou a expulsão. Houve apenas o choque de cabeça.

Gustavo Costas lançou o Racing ainda mais ao ataque. Entretanto, a equipe não tinha repertório e se limitava ao "chuveirinho". Em rara tentativa que destoou, Colombo chutou de fora da área após escanteio e tirou tinta da trave. Vietto outra chance, dominou dentro da área e chutou, mas a finalização foi salva por Rossi. Novas chegadas assustaram, mas coube ao Flamengo resistir até o apito final.Com Estadão Conteúdo