
Gerson, contratado pelo Cruzeiro, na sua apresentação na Raposa
Gustavo Aleixo/Cruzeiro
Resumo
O futebol brasileiro liderou a janela de transferências de janeiro de 2026, registrando a contratação de 456 atletas, quase o dobro da Espanha, segundo país mais ativo, e desembolsando US$ 180 milhões, ficando atrás apenas de Inglaterra e Itália em gastos.
O mercado priorizou jogadores jovens, com idade média de 24,9 anos, e oportunidades de negócio, sendo 59% das transferências de atletas sem contrato, 24% empréstimos e 17% compras definitivas; a maioria dos reforços veio de Portugal, Japão, Uruguai, Colômbia e Malta.
O relatório da Fifa não contabilizou negociações concluídas após o fechamento dos dados, deixando de fora a repatriação de Lucas Paquetá pelo Flamengo, considerada a contratação mais cara da história do futebol brasileiro.
O futebol brasileiro foi o grande protagonista da janela de transferências de janeiro de 2026. Segundo relatório oficial da Fifa, os clubes do país lideraram o mundo em volume de contratações, registrando a chegada de 456 atletas.
O número é quase o dobro da Espanha, segunda colocada, que somou 244 reforços.
Financeiramente, o Brasil também mostrou força, desembolsando US$ 180 milhões (cerca de R$ 948 milhões) em taxas. No ranking global de gastos, o país ficou atrás apenas das potências europeias Inglaterra (US$ 363 milhões) e Itália (US$ 283 milhões).
Os números da janela de janeiro de 2026
O mercado brasileiro seguiu a tendência de buscar jogadores jovens e oportunidades de mercado. Confira os principais dados do relatório:
- Países de origem: A maioria dos reforços veio de Portugal, seguido por Japão, Uruguai, Colômbia e Malta.
- Perfil dos negócios: 59% das transferências envolveram atletas sem contrato; 24% foram empréstimos e apenas 17% foram compras definitivas.
- Idade média: O perfil global de contratações teve média de 24,9 anos.
- Recorde mundial: Ao todo, a Fifa registrou 5.973 transferências internacionais, movimentando US$ 1,9 bilhão em todo o planeta.
Paquetá no Flamengo: recorde que ainda não entrou na conta
Um detalhe importante é que o relatório da Fifa não incluiu negociações finalizadas após o fechamento de sua base de dados.
Com isso, a repatriação de Lucas Paquetá pelo Flamengo — a contratação mais cara da história do futebol brasileiro — ainda não foi contabilizada nestas estatísticas oficiais.
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