A Tanzânia foi eliminada neste domingo (4) da Copa Africana de Nações 2025 após uma derrota por 1 a 0 para o Marrocos. E deixou o gramado do Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, particularmente revoltada com a arbitragem.
O motivo: um pênalti no fim do jogo que não foi marcado aos 49 minutos do segundo tempo.
Em busca do empate, os tanzanianos trocavam passes ao redor da área do Marrocos para criar uma oportunidade. Foi quando Iddy Nado recebeu na direita e invadiu a área, mas foi empurrado por Bilal El Khannouss e caiu.
Imediatamente, os jogadores da Tanzânia pediram o pênalti. O árbitro malinês Boubou Traoré nada marcou, e os responsáveis pelo VAR também não entraram em ação, gerando revolta no banco de reservas tanzaniano. A partida foi encerrada pouco tempo depois.
Em entrevista coletiva após o jogo, o técnico da Tanzânia, Miguel Gamondi, reconheceu não ter gostado da atuação da arbitragem, mas evitou polemizar e preferiu elogiar a apresentação de seu time no jogo.
“Eles (Marrocos) criaram duas chances, nós também criamos chances. Eles tiveram uma dominação de território, é claro, mas nós administramos muito bem. Não ficamos muito felizes com algumas decisões do árbitro, mas isso é parte do futebol. Estou muito orgulhoso do trabalho tático, do compromisso e da atitude dos jogadores”, afirmou o argentino.
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