Copa Africana de Nações

Quem são os 24 técnicos da Copa Africana de Nações? Conheça

Temporada 2025/2026 da competição reúne uma mistura única de treinadores locais e veteranos globais

Da redação
DA REDAÇÃO

19/12/2025 • 15:59 • Atualizado em 19/12/2025 • 15:59

Quem são os 24 técnicos da Copa Africana de Nações? Conheça

Quem são os 24 técnicos da Copa Africana de Nações? Conheça

CAF

Pela terceira temporada consecutiva, a Band assegura os direitos de transmissão da Copa Africana de Nações, reforçando seu portfólio esportivo. A competição reúne uma mistura única de táticos locais e veteranos globais, representando a diversidade de filosofias, culturas e estilos de liderança da África.

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Todas as disputas poderão ser conferidas na íntegra pelas plataformas digitais do Grupo Bandeirantes, como o Band.com.br, Bandplay e o canal Esporte na Band no YouTube. O BandSports também apresentará as partidas.

No Marrocos, esses treinadores não competirão apenas por vitórias, mas pela identidade, crença e legado de suas nações. Conheça os perfis que compõem o torneio:

Os Comandantes das Seleções

Argélia – Vladimir Petković: O experiente treinador europeu foi contratado para estabilizar a Argélia após resultados decepcionantes. Sem experiência prévia no futebol africano, o ex-técnico da Suíça restaurou a disciplina e a confiança, garantindo a classificação para a AFCON e para a Copa do Mundo.

Angola – Patrice Beaumelle: Com um currículo que inclui títulos da AFCON pela Zâmbia e Costa do Marfim como assistente, o francês traz clareza tática e um profundo conhecimento do torneio para as Palancas Negras.

Benim – Gernot Rohr: Veterano no continente e ex-técnico da Nigéria, o alemão tem a missão de reconstruir a seleção do Benim utilizando sua vasta experiência, foco em estrutura e disciplina.

Botsuana – Morena Ramoreboli: Um símbolo da ascensão da excelência dos treinadores africanos. Após sucesso doméstico, ele lidera o retorno de Botsuana à AFCON após 13 anos.

Burquina Faso – Brama Traoré: Conhecido como "O Professor", o ex-meio-campista personifica a inteligência tática e o orgulho nacional, mantendo a tradição de força coletiva do país.

Camarões – David Pagou: Focado em organização e solidez defensiva, Pagou busca restaurar a identidade dos "Leões Indomáveis" e reintegrar jovens talentos aos padrões de um pentacampeão africano.

Comores – Stefano Cusin: Sob seu comando, a seleção qualificou-se de forma invicta, consolidando uma ascensão baseada em estrutura tática e crença no projeto.

Costa do Marfim – Emerse Faé: De interino a herói nacional em 2023, Faé agora busca provar que o triunfo marfinense foi o início de uma nova era, e não um milagre isolado.

RD Congo – Sébastien Desabre: Especialista em futebol africano, o francês transformou os Leopardos em uma força competitiva e ambiciosa no continente.

Egito – Hossam Hassan: Uma lenda viva do futebol egípcio, Hassan lidera os Faraós na busca pelo oitavo título continental, trazendo paixão e altas expectativas para o cargo.

Guiné Equatorial – Juan Micha: Responsável por uma estabilidade sem precedentes, Micha provou que a continuidade e o desenvolvimento da base podem competir com os gigantes do continente.

Gabão – Thierry Mouyouma: Ex-defensor da seleção, Mouyouma carrega a responsabilidade de equilibrar o orgulho local com as ambições continentais do Gabão.

Mali – Tom Saintfiet: O tático belga traz adaptabilidade e inteligência tática para as "Águias", visando uma campanha profunda no torneio.

Marrocos – Walid Regragui: Símbolo do treinador africano moderno e herói da Copa do Mundo de 2022, Regragui tem a missão clara de conquistar o primeiro título da AFCON para o Marrocos desde 1976, jogando em casa.

Moçambique – Chiquinho Conde: Conde remodelou a identidade dos "Mambas", transformando-os em uma equipe organizada capaz de encarar a elite africana de igual para igual.

Nigéria – Eric Chelle: Enfrentando imensa pressão em um período de transição, Chelle tem o desafio de reerguer uma das maiores marcas do futebol africano após frustrações recentes.

Senegal – Pape Thiaw: Ex-atacante da seleção, Thiaw representa a continuidade e a autoridade tranquila na era pós-Aliou Cissé, mantendo as ambições continentais intactas.

África do Sul – Hugo Broos: Campeão com Camarões em 2017, o belga reviveu os "Bafana Bafana" com estrutura e confiança, visando o topo novamente.

Sudão – James Kwesi Appiah: O técnico ganense protagonizou uma das grandes histórias das eliminatórias ao classificar o Sudão à frente de Gana, baseando seu jogo na resiliência.

Tanzânia – Miguel Gamondi: O "nômade" argentino possui vasta experiência na África e foi nomeado poucas semanas antes do torneio para restaurar a competitividade da equipe.

Tunísia – Sami Trabelsi: De volta ao comando após uma década, Trabelsi busca traduzir a consistência da Tunísia em sucesso continental.

Uganda – Paul Put: Especialista em torneios, o belga é lembrado por levar Burquina Faso à final de 2013 e foca na organização para superar expectativas.

Zâmbia – Moses Sichone: Ex-defensor da seleção, Sichone busca reconstruir a crença e reconectar a Zâmbia com sua orgulhosa história na AFCON.

Zimbábue – Marian Marinica: O treinador traz experiência global para injetar estrutura e crença em um elenco ansioso por se reafirmar no cenário continental.

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