Espanha sufoca a Argentina, vence na prorrogação e é bicampeã do mundo
Argentinos sofreram 20 finalizações e não acertaram o gol por 119 minutos

Espanha é a campeã da Copa do Mundo 2026
REUTERS/Kai Pfaffenbach
A Espanha teve total controle da final da Copa do Mundo, neste domingo (19), com alta posse de bola e muitas finalizações. A Argentina se limitou a defender e quase segurou o 0 a 0. Mas foi superada no 2º tempo da prorrogação. Ferran Torres fez o gol da vitória por 1 a 0 e decretou o segundo título espanhol na história.
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Durante o tempo normal, foram 15 finalizações da Espanha, com 10 defesas de Dibu Martínez. A maior posse de bola foi espanhola: 66% durante os 90 minutos. No final do 2º tempo, Enzo Fernández foi expulso.
No início da prorrogação, a Espanha fez gol, mas foi anulado por falta. Outras chances foram desperdiçadas. Saíram mais 4 finalizações espanholas até o jogo ser decidido no 2º tempo da prrorogação. A 1ª finalização da Argentina só saiu após 119 minutos de jogo, mas foi para fora.
O jogo
1º tempo
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Desde o começo, a Espanha controlou o 1º tempo com a troca de passes: teve 65% de bola. Na maioria daz vezes, isso não gerou grandes chances. Mas a Argentina com alguns sustos.
Aos 5 minutos Yamal tabelou com Dani Olmo, ficou de frente para o gol e finalizou. A bola desviou em Lisandro Martínez e parou na perna do goleiro Dibu Martínez.
Aos 17 minutos, outra escapada de Yamal: driblou Tagliafico e tentou o passe rasteiro na área, mas Dibu interceptou de novo.
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A Argentina ajustou a marcação pelos lados, com os pontas De Paul e González recuando bastante. Mas a Espanha ainda conseguiu chegar pelo centro. Em uma tabela, aos 38 minutos, Oyarzabal chutou da entrada da área, mas Dibu defendeu. Outro chute perigoso foi de Cucurella, aos 42 minutos, mas a bola foi para fora, por pouco.
Já a Argentina só ameaçou em lançamentos longos, mas Unai Simón saiu bem e evitou as finalizações.
Show do intervalo
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Pela primeira vez, a Fifa organizou um show do intervalo, que teve 12 minutos de apresentação. Juntando com o tempo de preparação e finalização, o intervalo demorou cerca de 28 minutos. Quase dobrou o tempo que isso costuma levar.
2º tempo
A Espanha continuou dominando o jogo, foi até mais perigosa, mas errou na hora de encerrar as jogadas. No 1º minuto, após passe errado da Argentina, Baena teve espaço de fora da área, mas chutou fraco.
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Aos 9 minutos, Oyarzabal também chegou livre perto da área, mas tentou tocar para Yamal, que tentou devolver, mas foi bloqueado.
Aos 18, Dani Olmo chutou de fora da área. Dibu tentou agarrar, mas falhou e só espalmou.
Pouco depois, Yamal cruzou para área, mas Ferran Torres cabeceou fraco. Dibu agarrou. O goleiro também espalmou um chute forte de Cubersí e agarrou um cabeceio perigoso de Laporte.
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A pressão continuou nos últimos minutos: Ferrán recebeu lançamento na área, mas finalizou para fora. Rodri teve espaço fora da área, mas chutou por cima. E logo depois, Lamine Yamal puxou contra-ataque perigoso, mas Dibu defendeu.
Nos acréscimos, a situação da Argentina piorou: Enzo Fernández, que tinha levado cartão amarelo por reclamação, fez falta dura e foi expulso. No último lance, Yamal teve uma cobrança de falta perto da área, cobrou bem, mas Dibu defendeu de novo.
1º tempo da prorrogação
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Aos 2 minutos, já teve mais uma chance espanhola: Pedri cruzou, Nico desviou muito fraco, e Dibu espalmou.
Aos 5 minutos, Nico Williams fez gol, mas o juiz marcou falta de Merino em Otamendi, por causa de um pisão na área.
Aos 12 minutos, Nico cruzou para área, Merino desviou, mas a bola foi para fora.
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2º tempo da prorrogação
Saiu gol aos 35 segundos: após cruzamento de Pedro Porro, Nico Williams escorou para trás, onde apareceu Ferran Torres para finalizar com força.
Ferran fez outro gol, mas foi anulado por impedimento.
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A Argentina criou pressão nos últimos 10 minutos, levou perigo em cruzamentos e Giuliano Simeone teve chance na área, mas chutou por cima.
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