Esportes

Autor de dois gols, Balogun abriu mão de Inglaterra e Nigéria pelos EUA

Atacante do Monaco tem dupla nacionalidade, passou pelas categorias de base inglesas e decidiu defender os norte-americanos antes da Copa do Mundo

2 min

12/06/2026 23:39 • Atualizado há 4 dias

Balogun marcou dois gols na vitória dos Estados Unidos contra o Paraguai

Balogun marcou dois gols na vitória dos Estados Unidos contra o Paraguai

REUTERS/Matthew Childs

Balogun foi um dos destaques dos Estados Unidos na estreia contra o Paraguai pela Copa do Mundo de 2026. Autor de dois gols na partida, o atacante do Monaco chamou atenção não apenas pelo desempenho dentro de campo, mas também por uma trajetória incomum no futebol internacional.

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Aos 24 anos, o centroavante poderia defender três seleções diferentes. Nascido nos Estados Unidos, filho de pais nigerianos e criado na Inglaterra, ele teve a oportunidade de representar norte-americanos, ingleses ou nigerianos no cenário internacional.

Apesar das opções, a escolha definitiva veio apenas em 2023, quando decidiu trocar a Inglaterra pelos Estados Unidos.

Trajetória entre três países

Balogun nasceu em Nova York, mas se mudou ainda bebê para a Inglaterra. Foi lá que cresceu e iniciou sua formação nas categorias de base do Arsenal, um dos clubes mais tradicionais do futebol inglês.

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Durante o período em Londres, o atacante vestiu a camisa da Inglaterra em diversas categorias de base, passando por seleções sub-17, sub-18, sub-20 e sub-21.

A concorrência no ataque da seleção inglesa e a possibilidade de assumir papel de destaque nos Estados Unidos pesaram na decisão. Em 2023, a Fifa aprovou a mudança de associação esportiva, permitindo que Balogun passasse a defender oficialmente os norte-americanos.

Destaque no futebol europeu

Mesmo sem nunca atuar profissionalmente nos Estados Unidos, Balogun construiu toda a carreira na Europa.

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Após ser revelado pelo Arsenal, ganhou experiência em empréstimos e chamou atenção durante passagem pelo Reims, da França. O desempenho abriu caminho para a transferência ao Monaco, onde se consolidou como um dos principais atacantes da Ligue 1.

Na seleção dos Estados Unidos, rapidamente passou a ser visto como uma das referências ofensivas da geração que disputa a Copa do Mundo em casa.