Jogadores da Bélgica fazem 'dancinha de Trump' no vestiário; assista
Vídeo gravado mostra momento em que atletas celebram vitória sobre Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo

Lukaku comemora quarto gol da Bélgica sobre Estados Unidos
REUTERS/Agustin Marcarian
Resumo
Vitória da Bélgica sobre os Estados Unidos por 4 a 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo foi marcada por comemoração polêmica dos jogadores belgas, que imitaram a dança viral do presidente americano Donald Trump após o quarto gol, provocando grande repercussão internacional.
Provocação dos atletas belgas foi resposta à polêmica envolvendo o atacante americano Folarin Balogun, que teve suspensão anulada pela Fifa após intervenção do presidente dos Estados Unidos junto a Gianni Infantino, resultando em escalação discreta do jogador na partida.
Repercussão na imprensa belga destacou a celebração como "revanche desengonçada" e "alfinetada" em Trump, enquanto o meio-campista Axel Witsel confirmou que a coreografia foi combinada pelo grupo, e a Bélgica agora se prepara para enfrentar a Espanha nas quartas de final.
A vitória da Bélgica por 4 a 1 sobre os Estados Unidos, válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo, na última segunda-feira (6), foi marcada por uma provocação que repercutiu intensamente na imprensa internacional. Durante a celebração do quarto gol, anotado por Romelu Lukaku, os jogadores belgas imitaram a coreografia viral do presidente americano Donald Trump. Nesta terça, mais uma cena da "dancinha" também repercute com os jogadores flagrados no vestiário repetindo a celebração (veja vídeo mais abaixo).
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Entenda o motivo da provocação
O gesto dos atletas foi uma resposta direta à polêmica envolvendo o atacante americano Folarin Balogun. Expulso em partida contra a Bósnia e Herzegovina, Balogun teve sua suspensão automática anulada pela Fifa.
O presidente dos Estados Unidos chegou a telefonar para o mandatário da entidade, Gianni Infantino, solicitando a revisão do cartão vermelho aplicado pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Embora Infantino tenha negado interferência, Balogun foi escalado como titular contra os belgas, mas teve atuação discreta.
Repercussão na imprensa belga
Os jornais da Bélgica classificaram a atitude dos jogadores como uma "revanche desengonçada" e um ponto final na controvérsia. Confira os principais destaques:
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- Circus Daily: Classificou a dança como "a cereja do bolo" de uma atuação impecável e uma "alfinetada sutil" em Trump;
- Het Laatste Nieuws (HLN): Descreveu a cena como uma forma de dar o troco: "Isso, sim, é dar o troco. Fica a curiosidade para saber o que Trump vai pensar dessas imagens".
- Voetbalkrant: Destacou a "celebração marcante" como uma "zombação a Trump" e uma "piscada de olho" em resposta ao governante.
- Sporza: Definiu o ato como uma "Alfinetada em Donald Trump como vingança definitiva".
Bastidores da comemoração
Apesar de os jogadores evitarem declarações públicas diretas sobre o alvo da provocação, o meio-campista Axel Witsel revelou que a coreografia não foi espontânea, mas sim "uma ideia do grupo" combinada antes do confronto.
Com a classificação garantida, a Bélgica agora se prepara para enfrentar a Espanha nas quartas de final, em jogo programado para a próxima sexta-feira (9).
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