Esportes

Bellingham x Messi: o raio-x dos camisas 10 na Copa do Mundo 2026

Inglês vive o melhor Mundial da carreira, enquanto argentino amplia recordes históricos antes da semifinal entre Inglaterra e Argentina

3 min

15/07/2026 06:18 • Atualizado há 11 horas

Resumo

A semifinal entre Inglaterra e Argentina coloca frente a frente dois dos principais protagonistas da Copa do Mundo de 2026. Lionel Messi amplia recordes históricos, enquanto Jude Bellingham vive a melhor campanha da carreira em Mundiais.

O camisa 10 argentino soma oito gols e marcou em cinco dos seis jogos da Argentina na competição. Já Bellingham chega com seis gols, desempenho que faz do inglês o meio-campista com mais gols em uma única edição da Copa.

O confronto desta quarta-feira (15), em Atlanta, também revive uma das maiores rivalidades da história dos Mundiais. Em jogo, além da vaga na final contra a Espanha, está o duelo entre a experiência de Messi e a ascensão de Bellingham.

A semifinal entre Inglaterra e Argentina coloca frente a frente dois dos maiores protagonistas da Copa do Mundo de 2026. De um lado, Lionel Messi segue ampliando uma coleção de recordes e continua sendo o centro do jogo argentino. Do outro, Jude Bellingham vive a melhor campanha da carreira em Mundiais e chega embalado por atuações decisivas.

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As seleções se enfrentam nesta quarta-feira (15), às 16h (de Brasília), no Estádio de Atlanta, valendo uma vaga na decisão contra a Espanha, que eliminou a França por 2 a 0.

Embora representem momentos completamente diferentes da carreira, os dois camisas 10 chegam como as principais referências técnicas de suas equipes.

Lionel Messi e Jude Bellingham I Fotos: Reuters

Lionel Messi e Jude Bellingham I Fotos: Reuters

Messi segue escrevendo a história da Copa

Aos 38 anos, Lionel Messi continua quebrando marcas no maior palco do futebol mundial.

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Maior artilheiro da história das Copas, com 21 gols, o argentino também lidera diversos rankings históricos, como partidas disputadas (31), vitórias (21), minutos em campo (2.770), jogos como capitão (23) e dribles certos (107).

Na atual edição, voltou a assumir o protagonismo da Argentina.

Em seis partidas, marcou em cinco delas e participou diretamente da classificação da equipe até a semifinal. Messi também divide a artilharia da Copa de 2026 com Kylian Mbappé, ambos com oito gols.

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Mais do que os números, o camisa 10 segue sendo o principal organizador ofensivo da equipe de Lionel Scaloni. A construção das jogadas passa constantemente pelos seus pés, mantendo a Argentina dependente da criatividade e das decisões do capitão.

Bellingham vive Copa histórica

Se Messi representa a experiência, Bellingham simboliza a nova geração.

O meia inglês chega à semifinal depois de uma sequência de atuações que o colocou entre os principais jogadores da competição.

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Ele soma seis gols nesta Copa do Mundo, marca jamais alcançada por outro meio-campista em uma mesma edição do torneio.

Nas oitavas de final, marcou duas vezes na vitória por 3 a 2 sobre o México. Nas quartas, repetiu a dose diante da Noruega, tornando-se apenas o terceiro inglês a marcar mais de um gol em jogos consecutivos de Mundiais.

A sequência também colocou o camisa 10 ao lado de nomes históricos. O último jogador a fazer dois gols em partidas consecutivas de mata-mata havia sido Diego Maradona, na Copa de 1986. Entre atletas com menos de 24 anos, apenas Pelé conseguiu repetir esse feito mais jovem.

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Bellingham também alcançou outra marca expressiva ao disputar sua décima partida em Copas antes de completar 24 anos, superando um recorde que pertencia ao argentino Mario Kempes.

Artilharia da Copa do Mundo de 2026

  • Mbappé — 8 gols
  • Messi — 8 gols
  • Haaland — 7 gols
  • Bellingham — 6 gols
  • Harry Kane — 6 gols

Rivalidade histórica ganha novo capítulo

O duelo também carrega um dos confrontos mais tradicionais das Copas do Mundo.

Inglaterra e Argentina já se enfrentaram cinco vezes em Mundiais. Os ingleses venceram três partidas, os argentinos levaram uma, além de um empate decidido nos pênaltis em 1998.

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Os encontros ficaram marcados por capítulos históricos, como a expulsão de Antonio Rattín em 1966, o inesquecível duelo protagonizado por Diego Maradona em 1986 — com “A Mão de Deus” e o “Gol do Século” — e a eliminação inglesa nos pênaltis na França, em 1998.