Lateral da Seleção Brasileira liga alerta e elege ponte forte do Haiti
Douglas Santos concedeu entrevista nesta terça-feira (16) e projetou o duelo contra os caribenhos na próxima sexta
O lateral-esquerdo da seleção brasileira Douglas Santos foi o escolhido para conceder entrevista coletiva da CBF desta terça-feira (16). O defensor foi perguntado sobre a estratégia de Carlo Ancelotti divulgar os titulares apenas algumas horas antes da partida da Copa do Mundo 2026 e falou sobre a disputa pela sua posição, fez um balanço do Brasil contra Marrocos e a preparação para o jogo da próxima sexta-feira (19), contra o Haiti.
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O duelo contra o Haiti
Depois de estrear no grupo C da Copa do Mundo 2026 com empate com o Marrocos, o Brasil encara o Haiti, seleção considerada uma das mais fracas tecnicamente do grupo. Mas, na projeção da partida, Douglas Santos apontou a força física e a intensidade da equipe como um dos pontos fortes do rival e vê jogo duro contra os caribenhos.
A gente está falando de uma seleção muito forte fisicamente e que tem se mostrado uma seleção muito bem qualificada. Será um jogo muito difícil, em que o primeiro pensamento tem que ser vencer.

Douglas Santos concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira (26). Foto: Reprodução/CBF TV
O lateral também disse que contra o Haiti será preciso “jogar muito mais”, em comparação com a atuação na estreia. E destacou a técnica e intensidade como artifícios para sair com a vitória na segunda rodada da fase de grupos.
Titulares que mudam a cada jogo
Do Zenit, Douglas Santos falou sobre a decisão do Mister de soltar a relação de titulares para os jogadores apenas alguns dias antes do duelo contra Marrocos na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo.
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Eu já tive muitos outros treinadores na Europa que nos passavam a escalação um dia antes do jogo, para que todos estivessem preparados. E para este jogo, o Mister fez isso. Acho que isso dá a oportunidade para todos se prepararem e focarem, porque se você desligar um pouco é Copa do Mundo, tiro curto, e um erro pode custar muito caro.
Na estreia, o Brasil saiu com um empate amargo por 1 a 1, e teve uma escalação bem questionada pelas ausências de Endrick em campo, e Ibañez titular na lateral-direita. No histórico, o time escolhido por Carlo para a estreia teria sido a 14ª formação da Canarinho no comando do Mister.
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