Entenda por que argentinos estarão ao lado da Nova Zelândia contra o Egito
Campanha criada por um influenciador argentino transformou Tim Payne em fenômeno mundial e aproximou a torcida albiceleste da seleção neozelandesa

Tim Payne
REUTERS/Daniel Cole
Resumo
A Nova Zelândia ganhou uma torcida inesperada na Copa do Mundo graças a Tim Payne. O lateral tinha pouco mais de 4 mil seguidores até virar alvo de uma campanha criada pelo influenciador argentino Valen Scarsini.
A mobilização viralizou nas redes sociais e transformou Payne em um fenômeno. Hoje, o neozelandês se aproxima dos 6 milhões de seguidores, número superior à população de seu país.
O sucesso aproximou argentinos da seleção da Oceania. Payne passou a agradecer os fãs em espanhol e deve contar com apoio extra no duelo contra o Egito, neste domingo (20), pela liderança do Grupo G.
Nova Zelândia e Egito entram em campo neste domingo (20), às 22h (de Brasília), em Vancouver, em uma disputa direta pela liderança do Grupo G da Copa do Mundo. Fora das quatro linhas, porém, os neozelandeses já venceram uma batalha improvável: conquistaram a torcida de milhares de argentinos.
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O motivo atende pelo nome de Tim Payne. O lateral-direito da Nova Zelândia virou um dos personagens mais curiosos do Mundial após uma campanha iniciada pelo influenciador argentino Valen Scarsini, conhecido nas redes sociais como "El Scarso".
Tudo começou quando o criador de conteúdo decidiu descobrir quem era o jogador menos famoso entre todos os convocados para a Copa do Mundo. A busca o levou até Payne, que tinha pouco mais de 4 mil seguidores no Instagram às vésperas do torneio.
De desconhecido a fenômeno
Scarsini pediu que seus seguidores passassem a acompanhar o perfil do neozelandês. A mobilização viralizou rapidamente na Argentina e depois ganhou o mundo.
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Em poucos dias, Payne se transformou em celebridade. O lateral ultrapassou a marca de 5 milhões de seguidores e atualmente se aproxima dos 6 milhões, número superior à população da própria Nova Zelândia, estimada em cerca de 5,3 milhões de habitantes.
A repercussão foi tão grande que o defensor passou a publicar mensagens de agradecimento em espanhol. Em uma delas, admitiu surpresa ao descobrir a origem da explosão de popularidade e agradeceu o carinho recebido dos argentinos.
Os comentários de suas publicações passaram a ser dominados por torcedores da Argentina, que adotaram o jogador como uma espécie de mascote não oficial da Copa.
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Apoio também nos gramados
O fenômeno deixou de existir apenas nas redes sociais. Durante amistosos e jogos da Nova Zelândia, Payne passou a ser ovacionado por parte do público sempre que tocava na bola.
A história transformou o lateral em um dos rostos mais conhecidos da seleção neozelandesa justamente às vésperas de um confronto decisivo contra o Egito.
Confronto vale liderança
Dentro de campo, a situação do Grupo G segue completamente aberta. A Nova Zelândia empatou por 2 a 2 com o Irã na estreia, enquanto o Egito arrancou um 1 a 1 diante da Bélgica.
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Quem vencer em Vancouver assumirá a liderança isolada da chave e ficará em posição confortável na luta por uma vaga na fase eliminatória.
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