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Federação Alemã recusa apoio a Infantino após polêmica na Copa; entenda

Entidade alemã não assinou carta de apoio ao presidente da Fifa após o caso envolvendo Folarin Balogun e Donald Trump durante a Copa do Mundo

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15/07/2026 16:51 • Atualizado há 53 min

Gianni Infantino e Donald Trump

Gianni Infantino e Donald Trump

REUTERS/Leah Millis

Resumo

A Federação Alemã de Futebol (DFB) recusou apoiar a reeleição de Gianni Infantino para a presidência da Fifa. Segundo o jornal alemão Bild, a decisão foi tomada após a polêmica envolvendo a suspensão do atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo.

De acordo com a publicação, o presidente da DFB, Bernd Neuendorf, não assinou uma carta de apoio à candidatura de Infantino, enquanto outras federações europeias aderiram ao documento, embora algumas tenham se arrependido depois do caso.

O Bild também informou que Infantino passou a enfrentar pressão fora da Fifa. O dirigente foi alvo de uma denúncia no Comitê Olímpico Internacional (COI) por supostas violações das regras de neutralidade política devido à proximidade com Donald Trump.

A Federação Alemã de Futebol (DFB) decidiu não apoiar a reeleição de Gianni Infantino para a presidência da Fifa. Segundo o jornal alemão Bild, o presidente da entidade, Bernd Neuendorf, recusou assinar uma carta de apoio ao dirigente suíço após a repercussão do caso envolvendo o atacante Folarin Balogun durante a Copa do Mundo de 2026.

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De acordo com a publicação, o episódio aumentou o desgaste entre a DFB e Infantino. A polêmica teve início depois que a suspensão por cartão vermelho de Balogun, atacante da seleção dos Estados Unidos, foi retirada. O Bild afirma que a decisão ocorreu após uma ligação do presidente norte-americano Donald Trump ao mandatário da Fifa.

Campanha por apoio na Europa

O diretor da Fifa para a Europa, Elkhan Mammadov, percorreu as 16 federações europeias participantes da Copa em busca de assinaturas para uma carta de apoio à candidatura de Infantino no Congresso da entidade, marcado para 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.

Bernd Neuendorf optou por não assinar o documento. A reportagem acrescenta que outras federações europeias aceitaram o pedido, mas algumas teriam se arrependido da decisão após a repercussão do caso Balogun.

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Apesar da resistência de parte da Europa, a permanência de Infantino no comando da Fifa não parece ameaçada. As confederações da África, Ásia e América do Sul já declararam apoio ao atual presidente.

Denúncia no COI amplia pressão

O Bild também informa que as dificuldades de Infantino chegaram ao Comitê Olímpico Internacional (COI), do qual o dirigente faz parte por ocupar a presidência da Fifa.

Segundo a publicação, a organização britânica de direitos humanos FairSquare apresentou uma denúncia acusando Infantino de violar as regras de neutralidade política do COI em razão da proximidade com Donald Trump.

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Entre os episódios citados estão uma homenagem concedida pela Fifa ao presidente dos Estados Unidos e a participação de Infantino em um conselho da paz criado por Trump, iniciativa que não é reconhecida pela maior parte dos líderes europeus.