Herói do povo brasileiro: imprensa internacional exalta Martinelli após gol
Atacante marcou o gol da classificação da Seleção Brasileira contra o Japão nas oitavas de final

Gabriel Martinelli
REUTERS/Pedro Nunes
Resumo
A vitória do Brasil sobre o Japão garantiu a classificação da Seleção para as oitavas de final da Copa do Mundo, com gol decisivo de Gabriel Martinelli nos acréscimos.
A imprensa internacional destacou o protagonismo de Martinelli, com o jornal Marca comparando-o ao personagem Oliver Atom e A Bola atribuindo o sucesso ao técnico Carlo Ancelotti, enquanto Olé ressaltou o avanço brasileiro entre os melhores do mundo.
A reação dos jornais evidenciou o reconhecimento do Brasil como favorito, elogiaram a postura japonesa diante de uma seleção tradicional e atribuíram ao jogo um caráter de superação e consolidação da equipe brasileira no torneio.
A vitória do Brasil sobre o Japão dominou as manchetes internacionais nesta segunda-feira (29). O gol da classificação, marcado por Gabriel Martinelli nos acréscimos do segundo tempo, carimbou o passaporte da Seleção Brasileira para as oitavas de final, onde enfrentará o vencedor do duelo entre Noruega e Costa do Marfim.
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Na Espanha, o Marca destacou o poder de decisão do atacante, cravando que "Martinelli salvou o Brasil, silenciou os japoneses e colocou a Seleção um passo mais perto da final". O jornal também comparou o jogador brasileiro com Oliver Atom, um personagem de mangá japonês que sonhava em vencer a Copa do Mundo.
O jornal português A Bola elevou o autor do gol ao status de "herói do povo brasileiro" e fez questão de elogiar o dedo do técnico, afirmando que Carlo Ancelotti "fez o Brasil dançar" nas oitavas de final.
Imprensa argentina destaca jogo do Brasil
O jornal argentino Olé também destacou a vitória brasileira e observou que, com o resultado, a Seleção se consolida de vez na reta final da Copa, avançando para o grupo dos melhores times do mundo.
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“O Japão nunca entendeu o conceito de desrespeitar um gigante. Não se encaixa na sua maneira de pensar. A camisa brasileira era simplesmente demais para eles”, destacaram os argentinos.
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