Paquetá conta bastidores da lesão de Raphinha e diz se jogará no lugar dele
Meia contou que o grupo ficou triste e se dispôs a ajudar o atacante no que for necessário

Lucas Paquetá em entrevista coletiva
Reuters/Caean Couto
Depois que a CBF confirmou a lesão de Raphinha, o meia Lucas Paquetá deu entrevista coletiva neste domingo (21) e contou bastidores do problema. Ele disse que o elenco ficou triste com a situação e também analisou se pode entrar na posição em que tem jogado Raphinha.
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Primeiro Paquetá contou como a notícia foi recebida: "Todos nós ficamos tristes. O Rapha principalmente, por esse pequeno empecilho, que é essa lesão. Mas ele tem o apoio de todos nós, ele tem o conforto do abraço da gente, de estar ali ao lado dele nesses momentos também. É isso que faz uma equipe. A gente torce para que ele possa se recuperar o quanto antes e se coloca à disposição para ajudá-lo no que for preciso nessa recuperação. É um cara que se dedica muito, que trabalha muito, e tenho certeza que ele vai fazer o possível e o impossível para estar de volta o quanto antes", contou Paquetá.
Sobre o substituto de Raphinha, Paquetá disse que é importante "se reestruturar rápido". Ele foi perguntado se poderia ser deslocado para a ponta direita, fazendo a função de Raphinha, mas desconversou.
"Sempre me coloco à disposição pra ajudar e fazer meu melhor. Mas eu não preciso responder essa pergunta porque é uma dúvida para o professor. Ele que decide e todo mundo está bem preparado pra entrar e fazer o melhor", declarou.
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No primeiro jogo da Copa, Paquetá alternou entre jogar na ponta e mais centralizado. Durante a entrevista coletiva, ele deu a entender que gostou mais de atuar no meio, na formação com Matheus Cunha, usada na vitória contra o Haiti.
"Acho que para esse segundo jogo a gente já foi um pouco mais definido de jogar com 3 jogadores no meio. Diferente do outro jogo, que eu começava por fora e flutuava por dentro, com um pouco mais de liberdade. Então acho que essa mudança um pouco tática acaba definindo melhor a maneira que a gente vai se entender dentro de campo, entre os meios campistas. O Cunha tem uma característica diferente do Igor Thiago, ele permite uma mobilidade maior. No meu ver, isso facilita a troca com ele, porque faz que a gente tenha uma superioridade no meio. O Igor Thiago é um jogador mais de área, mais centralizado. São características diferentes e para jogos diferentes. Nesse jogo encaixou muito bem e a gente foi feliz em vencer", analisou.
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