Bola de Ouro divulga votação de maior da história com Messi e sem Pelé
Rei do Futebol fica de fora de lista para maior da história da premiação

Divulgação/France Football
A revista France Football abriu uma votação popular para escolher o maior vencedor da história da Bola de Ouro. Batizada de B.O.A.T. (Ballon d’Or of All Time, ou Bola de Ouro de todos os tempos), a iniciativa reúne dez atletas que conquistaram o troféu pelo menos duas vezes. Entre os indicados, Ronaldo Fenômeno aparece como o único brasileiro da seleção.
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A eleição faz referência direta à expressão G.O.A.T. (Greatest of All Time), utilizada no esporte mundial para classificar o maior competidor da história em sua modalidade. O objetivo da publicação é definir o preferido dos torcedores entre os nomes de maior relevância do prêmio.
Para votar, o público precisa pagar 1 euro (cerca de R$ 5,60). O valor dá direito ao envio de uma fotografia icônica ligada à história da premiação e inclui a participação em um sorteio de dois ingressos para acompanhar a cerimônia de 2027. O prazo para participar termina em 27 de outubro de 2026, com o anúncio oficial do vencedor previsto para o dia seguinte.
Disputa reúne campeões históricos do futebol
A relação conta com competidores de várias épocas do futebol internacional. Lionel Messi, recordista com oito Bolas de Ouro, e Cristiano Ronaldo, dono de cinco conquistas, surgem como os principais concorrentes ao lado do atacante brasileiro.
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Também integram a votação os holandeses Johan Cruyff e Marco van Basten, além do francês Michel Platini, todos tricampeões. Completam a lista, com dois troféus cada, Alfredo Di Stéfano (Argentina/Espanha), Franz Beckenbauer (Alemanha), Kevin Keegan (Inglaterra), Karl-Heinz Rummenigge (Alemanha) e Ronaldo Fenômeno.
Ausência de ídolos reflete regras da premiação
A disputa não contempla nomes como Pelé, Diego Maradona e Garrincha. O motivo da ausência de ídolos desse porte decorre das antigas exigências de elegibilidade da própria premiação e dos parâmetros adotados para organizar a eleição.
Durante décadas, a honraria impôs barreiras que vetavam a presença de atletas não europeus. O regulamento só mudou em 1995, quando o troféu passou a aceitar jogadores de qualquer nacionalidade com vínculo em clubes do futebol europeu. A abertura total, que ampliou o prêmio a atletas do mundo inteiro, entrou em vigor somente a partir de 2007.
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*Com informações de Estadão Conteúdo
