
Estádio Pedro Bideain, o Nuevo Gasómetro
Divulgação / San Lorenzo
Resumo
O San Lorenzo enfrenta um prazo até domingo para pagar uma dívida de 4,4 milhões de euros, sob risco de falência.
A dívida foi contraída em 2020 após empréstimos para antecipar o pagamento da transferência do jogador Adolfo Gaich para o CSKA da Rússia.
Sem ter quitado a dívida, uma decisão judicial determinou o pagamento imediato, sem direito a recurso, para evitar o fechamento do clube, que teve o Papa Francisco como o seu torcedor mais ilustre.
O San Lorenzo vive uma situação muito delicada e luta contra o tempo para não entrar em falência. A equipe argentina tem até domingo (19) para quitar uma dívida de 4,4 milhões de euros (R$ 28 milhões). Caso não consiga pagar o débito, o clube fechará as portas.
A dívida surgiu em 2020, quando o San Lorenzo Adolfo Gaich ao CSKA, da Rússia, e antecipou o valor da negociação por meio de um empréstimo bancário, no valor de US$ 1,5 milhão, em julho. Em novembro, um novo empréstimo, de US$ 2,5 milhões, foi solicitado pelo presidente à época Marcelo Tinelli.
O valor deveria ser pago em 2021, mas nunca foi quitado. Com isso, o clube argentino contraiu a dívida com o AIS Investment Fund, fundo de investimento que realizou os empréstimos ao San Lorenzo, que não quitou as pendências nem mesmo quando recebeu o dinheiro da transferência de Adolfo Gaich.
Com isso, a justiça determinou o pagamento da dívida até domingo para evitar o San Lorenzo de fechar as portas. A decisão não cabe recurso. O clube, campeão da Libertadores em 2014, é conhecido por ser o time pelo qual o Papa Francisco torcia.

