CBF pede investigação contra líder de organizada do Corinthians
Entidade se posicionou após postagem de dirigente da Gaviões da Fiel

Líder da Gaviões da Fiel
Reprodução/Instagram/aleoz1969
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) protocolou nesta quinta-feira (29), junto ao Ministério Público, uma representação criminal e pedido de previdência contra Alexandre Domenico, presidente da torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians.
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A medida foi tomada após a liderança publicar uma mensagem contra a arbitragem. Alê, como é conhecido, iniciou o texto afirmando que “já deu a cota” de “roubaram” o Timão em seu estádio.
“Recebemos muitas mensagens de até onde vocês se hospedam antes do jogo. Tenham responsabilidade fora e dentro de nossa casa. Isso não é uma ameaça. Só estamos avisando que já está ficando insustentável segurar a massa”, escreveu.
A entidade destacou que a ação visa zelar pela segurança dos profissionais envolvidos em suas competições. A CBF também reforçou que as críticas são legítimas, mas não podem ultrapassar os limites e virar forma de intimidação.
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A representação conta com pedido para a instauração de Procedimento Investigatório Criminal ou a requisição de abertura de inquérito policial para apurar os fatos e eventuais responsabilidades.
Também houve um pedido para o reforço da proteção às equipes de arbitragem nas próximas partidas do Corinthians, incluindo nos hotéis, deslocamento e estádios.
“Entre os pedidos formulados, a CBF requer ainda a preservação de dados relativos à publicação objeto da representação, a oitiva de dirigentes da Gaviões da Fiel, a apuração da origem de informações sigilosas sobre a hospedagem das equipes de arbitragem e a análise da aplicação de medidas cautelares cabíveis contra o líder da torcida organizada”, informou a entidade.
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Por fim, a CBF pediu ao MP a adoção de medidas contra Alê, possíveis outros dirigentes da torcida e a própria Gaviões da Fiel nas esferas cível e coletiva nos termos da Lei Geral do Esporte, inclusive com a avaliação de providências voltadas à responsabilização da torcida organizada e de seus dirigentes.
