Santos

Mattos cobra arbitragem e revela reclamação do Santos à CBF

Dirigente questiona atuação do VAR em lance com Rony, cita clássico contra Palmeiras e pede menos erros

2 min

02/11/2026 23:25 • Atualizado há 1 hora

Alexandre Mattos, diretor de futebol do Santos, afirmou que entrou em contato com a CBF para reclamar do pênalti não marcado em Rony na derrota por 2 a 1 para o Bragantino, nesta segunda-feira (2), pelo Brasileirão. Em entrevista ao Apito Final, da Band, o dirigente questionou a atuação do VAR e disse que o clube já havia apresentado queixas após o clássico contra o Palmeiras.

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A reclamação envolve um choque entre Rony e Ryan Augusto dentro da área, aos 35 minutos do segundo tempo. A árbitra Edina Alves mandou o jogo seguir. Na avaliação de Mattos, o árbitro de vídeo deveria ter auxiliado na decisão.

“Acho que é um lance até difícil ali dentro do campo, mas tem um recurso do VAR exatamente para isso”, afirmou.

Santos leva reclamação à CBF

Mattos relatou que o clube tomou providências ainda no estádio, em Bragança Paulista. Segundo ele, a diretoria busca contestar as decisões pelos canais formais.

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“O Santos já está tomando as medidas desde o jogo do Palmeiras, fazendo o que pode dentro da regra, que é fazer as reclamações formais”, disse.

O dirigente acrescentou que procurou a entidade logo após a partida para registrar a insatisfação. Ele afirmou que o Santos não busca favorecimento e pediu menos erros para evitar novas discussões sobre arbitragem.

Apesar das cobranças, Mattos reconheceu que a equipe também precisa corrigir problemas dentro de campo.

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“Nós não vamos ficar aqui justificando nada. Nós também temos erros que precisamos melhorar, trabalhar mais”, declarou.

Crédito: Reprodução/Band

Crédito: Reprodução/Band

Crédito: Reprodução/Band

Mattos cobra expulsão de Piquerez no clássico

Ao recordar o jogo contra o Palmeiras, o diretor apontou a permanência de Piquerez em campo como outro motivo de reclamação. Na avaliação dele, o lateral deveria ter recebido o segundo cartão amarelo por uma falta por trás.

“Ele já tinha um cartão amarelo, fez uma falta por trás clara de amarelo, e o árbitro escolheu não dar o amarelo”, afirmou.

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Mattos citou a substituição do uruguaio por Abel Ferreira na sequência do lance e defendeu que a jogada exigia uma nova advertência.

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