Mattos cobra arbitragem e revela reclamação do Santos à CBF
Dirigente questiona atuação do VAR em lance com Rony, cita clássico contra Palmeiras e pede menos erros
Alexandre Mattos, diretor de futebol do Santos, afirmou que entrou em contato com a CBF para reclamar do pênalti não marcado em Rony na derrota por 2 a 1 para o Bragantino, nesta segunda-feira (2), pelo Brasileirão. Em entrevista ao Apito Final, da Band, o dirigente questionou a atuação do VAR e disse que o clube já havia apresentado queixas após o clássico contra o Palmeiras.
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A reclamação envolve um choque entre Rony e Ryan Augusto dentro da área, aos 35 minutos do segundo tempo. A árbitra Edina Alves mandou o jogo seguir. Na avaliação de Mattos, o árbitro de vídeo deveria ter auxiliado na decisão.
“Acho que é um lance até difícil ali dentro do campo, mas tem um recurso do VAR exatamente para isso”, afirmou.
Santos leva reclamação à CBF
Mattos relatou que o clube tomou providências ainda no estádio, em Bragança Paulista. Segundo ele, a diretoria busca contestar as decisões pelos canais formais.
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“O Santos já está tomando as medidas desde o jogo do Palmeiras, fazendo o que pode dentro da regra, que é fazer as reclamações formais”, disse.
O dirigente acrescentou que procurou a entidade logo após a partida para registrar a insatisfação. Ele afirmou que o Santos não busca favorecimento e pediu menos erros para evitar novas discussões sobre arbitragem.
Apesar das cobranças, Mattos reconheceu que a equipe também precisa corrigir problemas dentro de campo.
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“Nós não vamos ficar aqui justificando nada. Nós também temos erros que precisamos melhorar, trabalhar mais”, declarou.

Crédito: Reprodução/Band
Crédito: Reprodução/Band
Mattos cobra expulsão de Piquerez no clássico
Ao recordar o jogo contra o Palmeiras, o diretor apontou a permanência de Piquerez em campo como outro motivo de reclamação. Na avaliação dele, o lateral deveria ter recebido o segundo cartão amarelo por uma falta por trás.
“Ele já tinha um cartão amarelo, fez uma falta por trás clara de amarelo, e o árbitro escolheu não dar o amarelo”, afirmou.
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Mattos citou a substituição do uruguaio por Abel Ferreira na sequência do lance e defendeu que a jogada exigia uma nova advertência.
